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terça-feira, março 28, 2006
O Jorge e eu combinámos fazer duas críticas distintas ao filme, ele na perspectiva de alguém que leu o comic antes de ir ver o filme e eu na perspectiva de quem nunca leu o comic em questão, depois de nos encontramos por acaso no cinema quando ambos fomos ver o 'V for Vendetta, então aqui vai a minha opinião (sem spoilers).

Remember, remember the 5th of November.

Junto-me ao grupo de pessoas que adoraram o filme. O facto de não ser a violência gratuita que o teaser trailer parecia prometer, e de ter profundidade de personagens, em especial do V e da Evey, mas também de personagens secundárias, e de ser uma história de vingança com pés e cabeça (nada daquelas tretas à lá filmes do Van Damme em que lhe matam a família então -inserir the usual revenge crap here-) contribuiu imenso para ter gostado do filme bem mais do que esperava.



O filme incluiu pormenores deliciosos, em especial da parte da personagem V, tais como a menção ao que considero ser o clássico sobre vingança - O Conde de Monte Cristo, até a imensas citações proferidas por essa personagem, passando por assuntos que não esperava serem mencionados de todo no filme.

Antes de terminar esta revisão, tenho de referir também o texto do autor de BD Peter David, 'E for Enough', sobre adaptações cinematográficas de banda desenhada, em que ele dá uma opinião que é muito próxima da minha: um filme é um filme e uma BD é uma BD (embora me tenha agradado imenso o quase copy-paste' da banda desenhada de 'Sin City' para o grande ecrã).

Deixo aqui uma citação do texto referido para aguçar a curiosidade:

If I see one more article about Alan Moore being "swindled" by DC or how Hollywood has destroyed his graphic novel, I'm going to go on a vendetta of my own.

(...)

Film adaptations are just that: Adaptations. They often bear little-to-no resemblance to the source material. The benefit of them is that the successful ones put copies of the books into the hands of customers who otherwise might never have heard of the work, much less purchased it.

Alan Moore can refuse all the money from the Hollywood versions he wants, but I daresay he won't be turning his nose up at the increased royalties such films generate for the books.


- Peter David


E, de facto, se depois de ler a BD, gostar tanto quanto gostei do filme, tenciono comprá-la, dando assim as tais royalties ao Alan Moore.

Site oficial: V for Vendetta | IMDB
saí­do da mente de Raquel às 12:02 da manhã
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segunda-feira, março 27, 2006
O que tem sido dito sobre o filme?

"V DE VINGANÇA, anunciado como um "blockbuster" de acção dos
criadores de MATRIX, é no fim de contas uma fábula cerebral,
não muito veloz e nem sequer muito cheia de sequências de
acção. A certa altura, o vingador V, depois de sobreviver a
uma saraivada de balas afirma: "Por trás desta máscara há
mais do que carne e sangue; por trás desta máscara há uma
ideia, e as ideias são à prova de bala". A frase acaba por
funcionar como uma metáfora sobre o próprio filme: por trás
da máscara de "blockbuster" (que aliás tem servido para
promover o filme) há, de facto, muitas e boas ideias. E a
verdade é que elas sobrevivem aos tiros no pé do realizador
McTeigue."

Nuno Markl (Há vida em Markl)

"É, aliás, muito evidente para quem quiser vê-lo que os
Wachowskis quiseram fazer um filme que não se esgote na
superfície do filme de acção, que deixe questões importantes
a remoer na cabecinha daqueles que nelas quiserem mergulhar.
Os ferrenhos da novela gráfica de Moore e Lloyd gritam já ao
sacrilégio pelas alterações que os irmãos introduziram para
tornar a história num filme mas é forçoso reconhecer que,
mesmo assim, "V de Vingança" continua a levantar muitas das
questões que interrogava em livro. Richard Corliss, na
"Time", estará mais próximo da verdade quando diz que o
grande cinema de género dos anos 50 e 60 reflectia as
realidades contemporâneas por um prisma distorcido, e é
nessa linhagem que "V de Vingança" deve ser apreciado. Como
um espectáculo popular dobrado de filme tudo menos
politicamente correcto - caderno de encargos que cumpre com
brilhantismo, mesmo que sem genialidade, em ambas as
vertentes"

Jorge Mourinha (PÚBLICO)

"Whenever a film is made which is based on a comic book, I
think it’s important to keep in mind that that film is very
much a piece of art unto itself. (...)
The Wachowski brothers wisely choose to make some judicious
edits to Moore’s original text, cutting whole subplots which
are unnecessary for a 2-hour feature film, and concentrating
on getting their core story right. (...) James McTeigue’s
direction is solid too, making the most of the source
material without ever overwhelming Moore and Lloyd’s
original vision with his own take on their work. He clearly
has a strong visual sensibility, which is essential in
bringing some of the most important moments from the book to
life."(...) I’ll be interested to see what kind of reaction
this film receives over the coming weeks, and I hope it
receives the exposure it deserves, because it’s a very
challenging and refreshingly unpatronising mainstream movie
– but most of all, it’s an entertaining and
thought-provoking one. If only all “comic book films” were
this good."

Dave Wallace (Silver Bullet Comicboks)

"The acting, direction, and score all exceed expectations,
and you will be left a changed person. So please, see it,
reflect on it, and most of all, enjoy it."

Nicholas Slayton (Silver Bullet Comicbooks)





O que achei do Filme?

Adorei o filme, saí do cinema com vontade de o rever. Não me senti chocado com a realização, nem com o argumento e, muito menos, com os actores. Hoje dei por mim a sonhar acordado
com a futura edição em DVD (espero estar recheada de extras).

Sou um fã do comic e alerto que a história do filme não é igual à obra em que se baseia. Não falo de cortes feitos, refiro-me mesmo ao que é contado.
Serão as melhores opções? Algumas são boas opções (deixar o parlamento para o fim), outras são opções ao estilo de Hollywood (algumas alterações de personagens e logo no início quiseram poupar a Evey de se estar a iniciar na prostituição) e outras não se percebem (como ignorar certos pormenores deliciosos dos homicídios que apenas ocupariam mais 20-40 segundos).

Será a melhor adaptação feita de um comic? Não sei, mas está boa.

A ausência do nome do Alan Moore, no filme, faz-me todo o sentido já que foi a vontade deste artista, de quem podemos dizer que é coerente nas suas decisões.

Ficamos assim com um óptimo filme e uma boa adaptação de um comic.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:05 da tarde
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sexta-feira, março 24, 2006
Desde que vi o primeiro Bullpen Bits, num comic da Marvel, fiquei conquistado. Para quem não conhece eram tiras de humor com personagens da marvel (como se fossem miúdos). Depois as tiras foram canceladas, alguém achou que não tinha assim tanta piada, mais tarde chegaram a regressar e, pouco tempo depois, veio o cancelamento definitivo.



O responsável por Bullpen Bits era Chris Giarrusso e hoje descobri o site dele, cliquem neste link e experimentem o seu trabalho (e sim, está lá o Bullpen Bits completo).
saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:20 da manhã
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quinta-feira, março 23, 2006
Acho que o Wolverine é uma excelente personagem, mas que funciona bem em histórias em que está inserido em equipa (como membro dos X-Men, por exemplo). Em histórias a solo os resultados não têm sido espantosos, na minha opinião. Acho que a Marvel Comics aproveita o facto de ser uma personagem com muitos fãs e se desleixa com a equipa criativa que coloca na personagem.

Para quem não o conhece, Wolverine é um mutante baixote cujo esqueleto está revestido de um metal conhecido por adamatium, que é virtualmente inquebrável, tem factor de cura, grande agilidade e sentidos altamente apurados… De referir que o seu esqueleto tem uma “expansão” famosa, as suas garras (também revestidas por adamatium).



Fiz esta introdução para perceberem a minha relação com a personagem e para agora poder dizer que acho uma péssima opção colocar o Humberto Ramos como artista no Wolverine. É curioso que a Marvel se refira a este desenhista como tendo uma legião de fãs já que os desenhos dele não têm nada de espírito de comic americano, não passando de uma réplica (mal feita) de um estilo japonês.



Agora podem dizer-me qual é a diferença entre o trabalho do Joe Madureira e o do Humberto Ramos? Para mim os desenhos do Joe têm uma apresentação que não danifica a leitura da uma história e os do Humberto Ramos assassinam qualquer argumento de super-heróis. Também não acho que o Joe Madureira é o melhor artista para comics.

Deixei aqui algumas imagens do trabalho do Humberto Ramos no Wolverine e aguardo a vossa opinião.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 10:29 da manhã
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quarta-feira, março 22, 2006
O site Hollywood North Report fez um apanhado do novo material de promoção do filme Superman Returns.



Esse material consistem em videos e várias entrevistas ao actor Brandon Routh, que interpreta o papel de Superman no filme que estreia este ano. É de lembrar também que podem ir ao site oficial para terem acesso a fotos e wallpapers do filme, entre outros.
saí­do da mente de Raquel às 8:11 da tarde
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segunda-feira, março 20, 2006
A Dark Horse comics iniciou a publicação de uma mini-série passada no universo Star Wars. Como o nome do comic, Knights of the Old Republic indica, a história passa-se mais ou menos pela altura dos eventos ocorridos no videojogo com o mesmo nome.



Sem revelar muito, até porque isto não é uma review da mini-série, a personagem principal é Zayne, um Padawan não muito bom no que faz e que acaba por ser traído por quem menos espera. O início mostrado neste primeiro número promete desenvolvimentos nos restantes números que podem vir a ser muito interessantes.
saí­do da mente de Raquel às 8:14 da tarde
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sexta-feira, março 17, 2006
Christian Gosset, criador do excelente comic 'The Red Star' (parcialmente publicado em Portugal como 'Estrela Vermelha' pela Devir), anunciou no seu blog que se encontra a trabalhar em novos números da série. Gosset colocou juntamente com o anúncio um esboço novo, com a qualidade a que nos habituou, e que passamos a reproduzir.



Falo por mim quando digo que estou muito empolgada com a ideia de novas histórias naquele universo, e que esta notícia calhou bem, depois do anúncio de que Red Star iria ter uma adaptação ao cinema.

Quem não conhece a BD em questão pode esperar por uma análise da mesma que irá ser colocada neste blog brevemente.
saí­do da mente de Raquel às 2:20 da tarde
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quarta-feira, março 15, 2006
Robert Kirkman é o tipo responsável pelo meu recente interesse em zombies (mortos-vivos), pois escreve actualmente duas séries que tocam o tema de forma muito interessante. Hoje vou abordar uma destas séries, "The Walking Dead".



Em tons de cinzentos somos conduzidos por uma história marcada com uma terrível desgraça: andam zombies há solta. Vamos conhecendo a situação através da história de Rick, um polícia que ao despertar de um estado de coma encontra o hospital e a sua área de residência infestada de zombies. Sem saber o que se passou, parte em busca do filho e da mulher (que nem tem a certeza de estarem vivos).
A cada número desta série vão surgindo novas situações que colocam à prova qualquer ser humano que ainda não se tenha convertido em zombie, passamos a ter uma história de sobrevivência e de adaptação a novas formas de viver.



O que me atrai mais neste comic é que está muito bem escrito, com uma arte envolvente e com um ritmo energético. CUIDADO: ALTAMENTE VICIANTE (fico sempre num estado louco de ansiedade para ler o número seguinte).
Quanto ao outro trabalho de zombies, também do Kirkman, falarei na próxima semana.

Nota: li apenas até ao número 19, espero retomar a leitura em breve.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:14 da manhã
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terça-feira, março 14, 2006
Irá decorrer em Braga, dias 17 e 18 de Março workshops dedicadas à ilustração e banda desenhada. A iniciativa é do Grupo Extractus em parceria com a livraria 100ªPágina.



As workshops irão abordar diversos temas e técnicas, desde a planificação à criação de personagens, passando pela utilização de aplicações como o Photoshop e Bryce.

O evento irá realizar-se na livraria 100ª Página, iniciando-se às 21:30 dia 17 e às 15:00 dia 18.
saí­do da mente de Raquel às 8:14 da manhã
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segunda-feira, março 13, 2006
A história de Ex Machina centra-se em redor de Mitchell Hundred, após este ter abandonado a sua vida anterior como o único super-herói existente: The Great Machine. Depois de salvar milhares de vidas nos atentados ao World Trade Center, em 2001, Hundred acaba por se candidatar a Mayor de Nova Iorque e ser eleito.



Embora a narrativa decorra nos anos de Mitchell Hundred como Mayor, são mostrados vários flashbacks que mostram a vida dele quando ainda era um super-herói. A narrativa, nos 17 números já publicados tem sido interessante, mesmo para quem (como eu) não aprecie muito política e os diálogos ao estilo de Vaughan trazem um extra flavor à coisa.

Ex Machina é da autoria de Brian K. Vaugh, que declarou que a série terminará no número 50.
saí­do da mente de Raquel às 8:41 da tarde
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Perdi tempo da minha vida com esta BD, foi a sensação com que fiquei. A arte do Joe Madureira até fica bem em histórias de fantasia, mas o argumento é fraco.



Uma misturada de clichés de histórias de fantasia, saídos de uma mente que jogou RPG’s orientais a mais (ao estilo de Final Fantasy).
Neste comic podemos encontrar uma personagem anatomicamente estranha, Monika, cujos seios são autênticas melancias e o resto do corpo é magro (estranha forma de atrair a atenção para um comic).

Fiquei com a ideia que talvez Madureira não conheça o mundo real e criou um imaginário de silicone.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 10:47 da manhã
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domingo, março 12, 2006
O argumentista Keith Giffen é conhecido pelo seu estilo de escrita humorístico e por ter escrito títulos como Justice League, Lobo e Legion of Super-Heroes, entre muitos outros.



Como fã da sua versão da Justice League, não posso deixar de referir a entrevista que Giffen deu muito recentemente ao site NEWSARAMA.com sobre o percurso da sua carreira no mundo dos comics.
saí­do da mente de Raquel às 1:08 da tarde
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quinta-feira, março 09, 2006
Parece que Neil Gaiman continua a ser o centro das atenções no mundo dos filmes de banda desenhada. Desta vez, vem a notícia de que Gaiman e Roger Avery estão a adaptar o comic com 12 números 'Black Hole' para o grande ecrã.



A produção está a cargo de MTV Films, Plan B e de Kevin Messick. Depois de ter visto o filme de 'Aeon Flux', tenho um certo receio que, estar a MTV Films envolvida no projecto seja um mau sinal. Pode ser que não.
saí­do da mente de Raquel às 8:59 da manhã
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Peguei num clássico do Will Eisner "The Dreamer", pondo assim os super-heróis um pouco de parte.



É um conto sobre um rapaz que tem o sonho de trabalhar no mundo dos comics, a acção inicia-se em Nova Iorque em 1937. Ao longo de 50 páginas, a preto e branco, vamos acompanhando os altos e baixos do jovem ilustrador, num mercado que ainda não estava afirmado.

A personagem principal é digna de referência, sempre fiel aos seus sonhos, não se deixando derrotar pela descrença dos outros ou os momentos mais desesperantes.

Recomendo especialmente a todos aqueles que tenham os seus sonhos em calha, pode ser que assim se motivem a colocá-los como metas nos vossos dias.

Boas leituras!
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:23 da manhã
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quarta-feira, março 08, 2006
Alguns comics apenas se preocupam em criar uma campanha de marketing para forçar a compra de uma série de números para acompanhar uma história sem grande sentido. Vou dar dois exemplos, um da Marvel e outra da DC, House of M e Infinite Crisis. Ambas com o slogan que vão mudar o rumo dos comics nas referidas editoras.



House of M é mais um daqueles momentos em que a realidade é alterada, desta vez é o Magneto que fica a governar o novo mundo, um mote pouco inovador que serviu de desculpa para infectar outros comics. Apareceu "Spider-Man: House of M", "Fantastic Four: House of M", "Iron Man: House of M", "Mutopia" e mais umas quantas que já me lembro, tudo isto além da série principal "House of M". A interligação entre as diversas séries era confusa e incoerente, principalmente a "Spider-Man: House of M" quando comparada com a série principal. No fim da saga, aconteceu algo drástico para afectar o mundo dos mutantes (e para termos mais títulos X-qq coisa, como se já fossem poucos).



A infinte Crisis também tem sido uma grande desilusão, quantos títulos temos de acompanhar?? Todos os que são publicados pela Dc? Pode parecer exagerado, mas sinto isso. Além disso estou farto de coisas como o "Super-Homem da Terra 2" enfrenta o "Super-Homem da Terra 4" e vai ver um jogo de futebol com o "Super-Homem da Terra 1/2" (esta situação é ficcional mas quem está a acompanhar a saga sabe a que me refiro). O crossover nesta história é muito mais coerente que na "House f M", mas um pouco absurdo pela dificuldade em acompanhar tudo (como já foi no prólogo interminável desta saga, o "Countdown"). Obviamente vai dar origem a novos títulos. Mas e a qualidade da história???


Acho que podiam aprender qualquer coisa com o trabalho do Grant Morrisson em "Seven Soldiers" (também da DC), há crossover entre os títulos mas estes só permitem aprofundar a história e não dependemos da leitura dos outros comics para ficarmos com a ideia do que se passa. Também podem gerar títulos mas de forma orgânica e não de forma forçada, como nas referidas anteriormente.

É por estes exemplos que desconfio muito da Civil War (Marvel)

Apenas uma opinião, gostava de saber o que acham.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:25 da tarde
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Neil Gaiman falou recentemente sobre o que pensava de adaptações de banda desenhada ao grande ecrã.



"The comic is, joyfully, a bastard medium that has borrowed its vocabulary and ideas from literature, science fiction, poetry, fine art, diaries, film and illustration. It would be nice to think that comics, and those of us who come from a comics background, bring something special to film."

Podem ler o resto da mini-entrevista a Gaiman aqui.

Foto retirada do site do autor.
saí­do da mente de Raquel às 1:44 da tarde
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terça-feira, março 07, 2006
Está disponível no site de trailers da Apple, o trailer do terceiro filme de X-Men: The Last Stand.



Será que o realizador Brett Ratner irá conseguir fazer um novo filme de X-Men com a mesma qualidade dos anteriores? É esperar para ver.

Site oficial: X-Men 3: The Last Stand | IMDB
saí­do da mente de Raquel às 10:26 da manhã
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"A vossa verdadeira competição é com vocês mesmos, com os vossos medos, com a vossa insegurança, a vossa determinação para aprender o que deve ser aprendido; a vossa vontade de colocar o rabo na cadeira, os dedos no teclado e "fazê-lo em vez de falar dele". Muitos escritores iniciantes deixam as suas histórias por acabar e um trabalho incompleto não pode ser alvo de avaliação. Escreve. Termina. Escreve a coisa seguinte. Aperfeiçoa, repete. Aprende o que puderes. Escreve tudo o que puderes. Porque quanto mais escreveres, melhor vais escrever. Não é diferente de exercitar um músculo. Exercita-o e ficará mais forte".


J. Michael Straczynski



Comentário deste blogger: Independentemente dos trabalhos que este autor tem realizado, o que ele colocou neste texto faz algum sentido. Para escrever é preciso a criação de uma atitude interior e de desevolver algumas técnicas. Depois de termos criado trabalhos de qualidade é que nos devemos ocupar da comercialização do trabalho.

Nota: A tradução/adaptação foi feita antes de sair de casa de manhã, os interessados devem ler o original (que é bem maior, visto só ter colocado um excerto).

Texto completo em: http://www.newsarama.com/Straczynski/Wordsx3_1.html
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:21 da manhã
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Durante a adolescência, Mark descobre que herdou os super-poderes do pai. Finalmente vai poder envolver-se em grandes aventuras, usar um uniforme icónico, enfrentar os grandes criminosos, conhecer raparigas e fazer amizades com outros super-heróis (de preferência super-heroínas que não namorem com outros super-heróis).




Uma série que entretém graças a uma escrita bem conseguida, por Robert Kirkman. A arte não é detalhada, nem rebuscada, é simples e cumpre a sua função ao acompanhar a história.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:54 da manhã
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domingo, março 05, 2006
A tua vida é uma treta. Acordas e vais todos os dias para um emprego que odeias, a tua chefe trata-te mal, pessoas na rua gozam contigo, és hipocondríaco, comes sempre a mesma sandes ao almoço e a tua namorada anda na cama com meio mundo, incluindo o teu melhor amigo.

Um dia tudo muda. Descobres que podes passar a fazer o que quiseres sem sofrer consequências.



A mini-série com seis números Wanted, escrita por Mark Millar, publicada pela Top Cow, é uma das melhores mini-séries de comics dos últimos anos. A plot foge à quase norma de seguir o trajecto de um super-herói; pelo contrário, segue o percurso de um falhado até este receber a oportunidade de se tornar um super-vilão.

Para além do ponto muito positivo que é o argumento, esta mini-série tem também uma boa arte por JG Jones. Recomendável a leitores que gostem de coisas politicamente incorrectas e que não se importem de ler palavrões frase sim, frase não.
saí­do da mente de Raquel às 7:49 da tarde
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Aqui fica uma previsão da versão ultimate do Thanos, arte de Pasqual Ferry.




A personagem aparecerá no título Ultimate Fantastic Four quando Mike Carey assumir o lugar de argumentista.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 1:08 da tarde
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sábado, março 04, 2006
'Y: The Last Man' trata-se de um comic publicado pela Vertigo, e indicado para os apreciadores de banda desenhada não-centrada em super-heróis.

A história centra-se num conceito simples, que aparentemente não daria uma história que passasse de uns poucos números: o último homem na face da Terra. Ao contrário do que se poderia pensar, a série vai já no número 43, sem incluir a palha que por vezes se vê em narrativas longas em BD.



Embora seja uma BD on-going, tem um final previsto, no número 60 e recentemente, o criador da série, Brian K. Vaughan revelou que acabara de delinear a parte restante da história. Um dos conceitos que acabam por apelar mais a grande parte dos autores é que, tendo já sido definido o ponto final da história, qualquer coisa poderá acontecer às personagens.

A arte interior de quase todos os números está a cargo da artista Pia Guerra e tem vindo a manter uma boa qualidade.

Como nota final, fica a informação de que para breve, irá iniciar-se a colocação de posts sobre números específicos deste comic.

Site oficial: Y: The Last Man
Site oficial de Brian K. Vaughan | Site oficial de Pia Guerra
saí­do da mente de Raquel às 1:56 da tarde
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Peter David presenteia-nos com mais uma história de qualidade, desta vez centrada numa personagem que não é um super-herói e nem sequer tem poderes. A história não contém muito do humor característico das narrativas deste autor, mas isso é adequado ao tom da história, que tem um final que achei muito apropriado.



A arte do comic não compromete, e inclui um pormenor que achei delicioso e não posso deixar de mencionar: os quadrados com o texto da narração têm a forma de janelas de Mac OS X.
saí­do da mente de Raquel às 12:10 da manhã
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sexta-feira, março 03, 2006

Os E.U.A. estão a ser invadidos, e a equipa de nome Ultimates não está no seu melhor estado.
Revelado o traidor, ficamos agora a conhecer para quem ele trabalha. Sobre a história não direi muito mais, pois vale a pena ler sem saber muito.

Gosto do toque sociopolítico que o Mark Millar deu aos Ultimates (desde o volume 1), muito bem acompanhado pela arte de Brian Hitch. Sempre que pego num comic dos Ultimates acho que tudo pode acontecer, a evolução das personagens não são previsíveis como as da linha principal e fico com alguma dúvida se todos os heróis chegarão vivos ao fim de cada história.

Este número, já era esperado por mim com grande entusiasmo, assim que lhe coloquei as mãos, em cima, li-o todo. Gostei, soube a pouco porque queria ler a história toda e agora vou ter que esperar algum tempo (nada me garante que será só um mês, este título é um pouco irregular) para saber como acaba. Claro que acontecem coisas estranhas (como a cena das unhas...) mas desta vez escapa.

Balanço Final: Recomendo-o, tenho um fraquinho pelo título Ultimates desde que a equipa enfrentou o Hulk no número 5 do volume 1.

saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:16 da tarde
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"Comics é uma expressão de origem inglesa que pode ser traduzida como "cómicos" e que designa as bandas desenhadas [pt] /histórias em quadrinhos [br] produzidas nos Estados Unidos da América.

Isto se explica pelo facto de que, originalmente, naquele país os "comics" traziam apenas comédias em seus enredos. Entretanto, hoje em dia eles tratam de géneros variados como acção e romance. A palavra é usada nos Estados Unidos para descrever qualquer história em quadrinhos [banda desenhada], mas em países lusófonos é mais usada quando se refere a histórias norte-americanas e seu estilo característico de desenho. Comics geralmente são inteiramente coloridos e ricos em detalhes."
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:14 da tarde
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Eu sei que o volume 2 desta série ainda não terminou mas ao ter acesso a estas imagens (da próxima série) tinha que as partilhar



A arte destas três ilustrações é do Joe Madureira.



Posso dizer que estas imagens aguçaram a minha curiosidade.



Bem, esta Viúva Negra parece escaldante. :P

Ainda com um bocado de receio por saber que o Mark Millar já não será o argumentista da próxima série.

Nota: Este post foi escrito com alguma antecedência, coloquei-o aqui pela temática...
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:09 da tarde
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Aqui vai um exemplo do que considero um bom trabalho do Mark Millar, pegou nos Ultimates e escreveu uma história que entretém, mesmo recorrendo a personagens clássicas. Os Ultimates são a versão ultimate dos Vingadores.

Pessoalmente nem considero as personagens mais clássicas dos Vingadores (como o Capitão América, o Thor ou o Homem de Ferro) muito interessantes, por isso acho que escrever algo bom com elas é um grande desafio.






Esta é uma história em que, na sequência do aumento do número de pessoas com super-poderes, o governo norte-americano decide ter a sua própria equipa de super-heróis. Esta equipa será um trunfo na manga para garantir os interesses dos EUA.






O Mark Millar logo nos primeiros 6 números da série tenta reunir as personagens numa equipa governamental de super-heróis, e vai lhes dando características um pouco diferentes do que estamos habituados. Li estes seis números de uma só vez, sem me arrepender do tempo que gastei.






Chamo a atenção para o número 5 desta série, onde a equipa encontra o seu primeiro grande desafio… O Hulk, ele é verde (ou acinzentado??), grande e uma enorme besta (a versão ultimate do Hulk tem um toque mais monstruoso). Adorei seguir o combate, quadradinho a quadradinho.






A arte é da responsabilidade de Brian Hitch (desenhos) e Andrew Currie (tintas), não conhecia os trabalhos anteriores desta equipa. Gostei do resultado do trabalho deles nestes comics.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:06 da tarde
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Passou uma semana desde que o li, mas é de referir para desmistificar a relação que tenho com ela.

Misteriosamente Straczynski não foi assassinado cruelmente por ter tido a ideia da saga “The Other” e regressa como argumentista a mais um número da revista principal do meu super-herói preferido. Este é igualmente o número que estreia o novo uniforme da personagem e o prelúdio para a suposta grande saga que se aproxima Guerra Civil (Civil War, no original).

Esta história segue, a meu ver sem grande sentido, alguns eventos do número anterior. Sugerindo mesmo que alguém na Marvel se esqueceu que o Homem-Aranha tem novos poderes, não havendo qualquer referência aos mesmos. Em vez disso, aprofunda-se a relação entre o Tony Stark (o Homem-de-Ferro) e o Peter Parker (o Homem-Aranha), exibe-se o novo uniforme numa vulgar cena de acção e assistimos a um dos passos que vai definir o papel do Homem-Aranha na Guerra Civil, que se avizinha do Universo Marvel.

Ouvi dizer que tem tido boas vendas, não da minha parte que decidi ficar de fora. Abandonei a compra deste comic mas espero continuar a seguir a história, a ver onde isto vai.

Balanço: Adoro a personagem mas não o caminho que estão a dar às suas histórias, apesar de curioso não espero grande coisa da Guerra Civil (mesmo sabendo que a história principal vai ser escrita pelo Mark Millar) e este número não foi suficiente para me convencer.

saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:02 da tarde
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Juro que pensei que fosse brincadeira…

Mas é verdade... Sad but true...

saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:58 da tarde
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Acabei mesmo agora de ler o 10º número de Young Avengers e decidi actualizar o blog com o primeiro artigo "pós-leitura" a um comic (aqui colocado obviamente).

Este comic é apenas para quem gostar da mistura entre histórias de Vingadores (Avengers) com um toque de drama adolescente (melhor que Morangos com Açúcar). Nunca fico maravilhado com este comic (não é nenhuma obra-prima, também não é de fugir), nem com vontade de o reler, mas tem sido uma leitura light que não abdico desde o número 1. Tanto o argumento como a arte têm sido sólidas, diga-se que a equipa Heinberg e Cheung tem funcionado bem (desconheço os seus passados em termos de comics).


Neste número 10, que corresponde à segunda parte do “Family Matters”, a equipa dos Young Avengers continua com o problema de lidar com o Super-Skrull. Tentam então recorrer a um novo recruta para a equipa.

Mais um número ao nível dos anteriores comics dos Young Avengers, continuamos com algumas questões sobre a génese da equipa, vamos conhecendo um pouco melhor as personagens, um bocadinho de acção e pronto. A entrada de um novo membro na equipa faz esperar um pouco mais dos números que se seguem, mas esta história actual não tem sido muito cativante (não tenho grande pachorra para o interminável confronto entre os Kree e os Skrull).

De referir que este comic ainda consegue ter melhor qualidade que a revista da equipa principal de Vingadores (New Avengers).


Balanço Final: Para ler se não houver nada melhor em lista de espera (é o critério pessoal que uso com os Young Avengers).

saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:56 da tarde
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Não sou nenhum expert em bd, apenas gosto muito de ler.



É na qualidade de leitor que criei este espaço, quero partilhar algumas ideias do que ando a ler, divulgar notícias do mundo dos comics e ouvir/ler outras vozes sobre esta arte.

Peço a participação de todos os que são apaixonados por este tema e convido todos, os que ainda não se apaixonaram, a experimentarem.


UPDATE: É oficial, a R. já faz parte da equipa deste blog. Passamos então a ser uma equipa que gosta de ler comics.

Nota: As minhas principais leituras têm sido de comics norte-americanos, mas aceito sugestões de quaisquer outras bds.

Imagem: Joe Pekar

saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:46 da tarde
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