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domingo, novembro 30, 2008
Apesar de uma semana atribuladíssima, lá consegui arranjar maneira de ler os comics. E claro, de escrever e publicar o post. As coisas que eu faço por vocês...

BUFFY THE VAMPIRE SLAYER #19 - Boa resolução para esta história. Levanta mais questões do que responde, e suspeito que a maioria delas nunca serão respondidas, mas pronto. Boa história, bom comic.

BATMAN #681 - É só isto? Quer dizer, o final como morte para o Batman é fraco, mas sabendo que a Final Crisis se passa a seguir, isso não me espanta. E enquanto final da saga, até não é mau. Mas o hype era tão grande, prometia alterar o personagem para sempre, e só temos isto? Algo decepcionante.

JSA KINGDOM COME SPECIAL THE KINGDOM #1 - Mais que os outros dois especiais, este é mesmo um capítulo da história da série regular. E como tal, mesmo não tendo nada de errado com ele, a pergunta que tenho que colocar é se foi mesmo necessário quase um ano da série, e mais não sei quantos especiais, para chegar a este ponto. Honestamente, não me parece.

SUPERMAN #682 - Ah. Tanto tempo sem acontecer nada nesta sequência de histórias, e agora acontece isto de repente, e pronto, é só. Posso estar enganado, mas o New Krypton parece-me um fracasso enquanto história, por mais interessantes que as consequências possam ser.

TEEN TITANS #65 - Ok, esta história terminou, e a forma como terminou não faz muito sentido para mim. Veremos como corre a próxima. Se não me agradar, desisto.

WONDER WOMAN #26 - A nova adversária é repugnante até de aspecto, e caramba, o que ela faz impõe respeito. É o primeiro capítulo desta série que, sem comédia, me agrada em pleno.

CAPTAIN AMERICA #44 - Mais Batroc. A falha será provavelmente minha, mas este capítulo aborreceu-me um pouco.

DAREDEVIL #113 - O Master Iso é um excelente substituto do Stick, e parabéns ao Brubaker por não ter cedido à tentação, e ressuscitado o velho mestre do Daredevil. Assim é melhor. E o resto da história continua a ser muito bom, também.

GUARDIANS OF GALAXY #7 - Bom, menos mal. A nova equipa não é assim tão diferente da antiga, e isso é bom. E os membros que sairam parecem ter seguido em direcções muito interessantes.

HULK #8 – Mais do mesmo. Fraco. Mas boa arte, para quem só liga a isso.

INCREDIBLE HERCULES #123 – Interessante ver outro lado do Amadeus Cho. E a direcção em que a série promete ir parece interessante.

THOR MAN OF WAR - É o Matt Fraction a escrever o Thor, e a concluir a história que começou nos outros dois especiais. Claro que é bom!

ULTIMATE SPIDER-MAN #128 - Excelente resolução, que devolve à história a Gwen Stacy de forma relativamente lógica, sem máculas de simbiontes. Por outro lado, as tentativas de convencer o leitor de que, na prática, esta Gwen é a mesma pessoa que a outra, falharam comigo.

WOLVERINE ORIGINS #30 – Bom, isto foi tão fraco como eu pensei que seria. Pena.

X-FORCE #9 - Mais massacre. Já não me lembro exactamente do que li aqui, mas sei que gostei.

A SURPRESA DA SEMANA é o BATMAN 681, pela negativa. Não sendo mau, longe disso, prometia muita coisa que não cumpriu. E tenho pena.
Já o MELHOR DA SEMANA foi o THOR MAN OF WAR. Porque é bom, e pronto.
Abraço, pessoal, até para a semana!
saí­do da mente de Luís F. Alves às 6:24 da tarde
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sábado, novembro 29, 2008
Luís: Por muito que gostemos de super-heróis, o facto é que muitos deles têm origens perfeitamente ridículas. Em alguns casos, é parte do charme. Noutros... Nem por isso.

Mesmo os X-Men, que deviam ter a origem mais simples de todas ("nasceram assim e pronto"), acabam por ser os que têm as histórias mais parvas e desnecessariamente complicadas.

O exemplo mais cabal disso é o Cable. Ok, o pressuposto é relativamente simples. Mercenário/soldado do futuro. Pronto, está feito. Mas se formos a ver detalhadamente, ele é filho do cyclops e da madelyne pryor, que era um clone da jean grey, e que foi contaminado em bebé por um virus tecno-orgânico que não tinha cura e por isso os pais enviaram-no para o futuro entregando-o a uma versão alternativa da meia irmã dele que nunca chegou a nascer, futuro onde ele foi criado por um casal que era secretamente o Cyclops e a Jean Grey em corpos diferentes, e de onde ele eventualmente fugiu já adulto para o presente, para evitar que certos eventos acontecessem, mas foi seguido por um clone maligno dele próprio.
Simples, não é? Podia ser pior. Podia ser o Nate Grey. Que é a mesma coisa, mas de uma realidade alternativa... Consegues encontrar pior que isto, Jorge?

Jorge: Epá é complicado, deixa lá pensar... Que tal o Kaine? Clone falhado do Homem-Aranha que sofre de degeneração celular, passou parte da sua vida a infernizar o Ben Reilly pois pensava que ele era o original. Pior que isso, a doença dele faz com que tenha poderes "mais intensos" que o homem-aranha (epá faz sentido, está a morrer fica mais forte... hum talvez não), consegue ver o futuro, deixar queimaduras vítimas, enfim---.

Vendo bem não vence o Cable.

E um tipo que vê os pais a serem mortos e depois veste-se de morcego em adulto? Ou um gajo que foi mordido por uma aranha radioactiva e fica com poderes de aranha?
Sempre não é a história de um gajo que tem poderes graças a uma peça de bijuteria...

Luís: Primeiro, a origem do Batman não é tão ridicula como isso, se considerares a Entidade Batman como manifestação de uma psique presa nos 8 anos de idade. A do Homem-Aranha, ok, tem o seu quê de ridículo, mas se queres ir pela Marvel dessa altura, há piores.

Ocorre-me um cientista que teve uma bomba a rebentar mesmo ao lado dele, e que em vez de o matar transformou-o num monstro cinzento durante a noite. Mas pronto, isso são histórias mais fantasiosas. Há algumas que tentam ser mais realistas, e falham redondamente.

Por exemplo, a do Jason Todd. O Batman conheceu o rapaz que se tornou o segundo Robin quando ele LHE ROUBOU OS PNEUS DO BATMOBILE! E como o rapaz mostrou que se sabia desenrascar e sobreviver nas ruas, e tal, o Batman achou que ele dava um bom Robin. Hã????? Não admira que ele tenha sido um Robin tão mau, que os leitores tenham votado para que ele morresse.

Claro que recentemente ele foi ressuscitado porque uma versão alternativa do Superboy desatou a DAR MURROS NO TEMPO! Mas isso já não faz parte da origem, portanto não vamos por aí.
Mais origens parvas. É a tua vez.


Jorge:
Epá, "Batman como manifestação de uma psique presa nos 8 anos de idade" não não faz sentido. :P

Luís: Claro que faz! Qual é a coisa mais assustadora para um miúdo de 8 anos? Provavelmente um monstro, certo? E tendo o miúdo em questão medo de morcegos, ele tomou a decisão de se tornar um morcego. Atenção: a decisão de se tornar um morcego foi tomada só em adulto, mas para já, no fundo o problema do Bruce Wayne é que não consegue ultrapassar os traumas de infância, e depois, ele decidiu que iria aterrorizar os criminosos ainda em puto, como tal a sugestão subconsciente ficou lá implantada.
Não sei a expressão em português, mas o Batman é uma vitima de arrested development extremíssimo. Curiosamente, isto torna o pólo psicológico oposto dele, não o Superman, mas o Capitão Marvel (Shazam). Bom, mas isto não tem nada a ver com nada, continua lá...

Jorge: Lê o que escreveste, isso tem alguma representação na realidade? Eu tinha medo do escuro em pequeno, vou ser o Escuridão. Hehe esse é o tipo de absurdo nas origens dos super-heróis. Que adulto se vestia de morcego, com cuecas fora do fato, porque em pequeno tinha medo de morcegos? Quando falei deste tema, achei que ía dar muita conversa porque as origens são em grande parte um atentado à razão.

Luís: Bom, há o Obsidian...
Não tem representação na realidade, claro que não. E ok, não há justificação para as cuecas de fora do fato. Mas no contexto de histórias de super-heróis, parece-me das mais aceitáveis.

Jorge: E um fato extraterrestre que se junta a um jornalista por ter sido rejeitado... Bem, não podemos mesmo ir pelas origens... hehe....Interessa é que depois tenham histórias bem contadas.


Peço desculpa pelo atraso na publicação deste BlaBlaBla, obrigações profissionais e problemas informáticos não ajudam. Abraço. Jorge

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 10:27 da manhã
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sexta-feira, novembro 21, 2008
Saiu pouca coisa nesta semana, e a qualidade, infelizmente, em geral também não foi muito boa. Mas pronto, temos que nos arranjar com o que temos...

FLASH #246 - E a despedida do Wally West continua. Enquanto retrospectiva, a história não está má, embora pouco ou nada aconteça. Enquanto despedida, é péssima, precisamente porque pouco ou nada acontece. E se eles matarem a Linda Park... Bom, eu nem sei o que faço. Provavelmente nada. Mas não vou gostar.

JSA KINGDOM COME SPECIAL MAGOG #1 - O especial da semana passada foi melhor. Isto dito, este é bom. Só é pena que a primeira história me soe tanto a dejá vu, mas isso é porque estou a escrever um livro com temas parecidos, não será algo que afecte toda a gente. Quanto à segunda história, adorei, obviamente, embora por uma vez, abra mais buracos na continuidade do que corrige. Veremos o que sai daqui.

ROBIN #180 - Então ELE é o Red Robin? Grande desilusão. Bom, pelo menos está de volta um dos meus Bat-vilões favoritos. E verdade seja dita, tirando a tal desilusão, o comic até é bom.

SUPERGIRL #35 - Portanto, vamos na quinta parte do New Krypton, e embora tenham sido introduzidos pelo menos 3 personagens misteriosos, pouco ou nada aconteceu. Não promete. Quanto a este número em especial, é bom, e faz aquilo a que eu chamo "um Geoff", nomeadamente, concertar a continuidade não através de ignorar o que se passou antes, mas assumindo, justificando, e conciliando tudo o que está para trás.

AMAZING SPIDER-MAN #578 - Ah. Agora sim. O artista é o mesmo, mas tanto a arte como a história são BEM melhores que na semana passada. De volta à velha forma, portanto.

DEADPOOL #4 - Eu quero uma cadeira daquelas. Mesmo sendo feia.

FANTASTIC FOUR #561 - Isto não podia ser mais previsivel. Fraco, muito fraco mesmo. Esta sequência de histórias está a ser um desastre. Não faço ideia do que o Mark Millar está a pensar...

PUNISHER WAR JOURNAL #25 - Mais um passo largo da direcção da mediocridade. O que vale é que esta série está prestes a acabar. Ainda não decidi se vou aguentar até ao final ou não. Mas provavelmente vou. Perdido por cem...

UNCANNY X-MEN #504 - Bem mais fraco do que eu esperava para o primeiro capítulo do Fraction a solo. E pior ainda, é o começo de uma nova história, sem eu ter sequer notado o final da anterior. Mas sempre tem uma ou outra sequência divertida, especialmente a parte referente ao Dr. Nemesis.

X-FACTOR #37 - Ena, uma artista decente. Esperemos que esta ainda se aguente algum tempo, esta série precisa de um bom artista fixo. Quanto à história, é mais do mesmo, e o mesmo é bom.

X-MEN LEGACY #218 - Esta história parecia muito interessante no inicio, mas descambou para um buddy movie com o Wolverine e o Xavier. O que não tem grande piada.

DOCTOR WHO THE FORGOTTEN #3 - Ok, onde está a Pia Guerra? O tipo que desenha este número é competente, certo, mas não chega nem perto da qualidade dela! E sem ela, o comic perde metade da piada.

A SURPRESA DA SEMANA foi o DOCTOR WHO THE FORGOTTEN. Pela negativa. A história começa a fartar um bocadinho, e a arte está longe do padrão habitual. Quanto ao MELHOR DA SEMANA, terei que escolher o JSA KINGDOM COME SPECIAL MAGOG. Não é nada de extraordinário, mas a verdade é que o back-up do Starman foi o que mais gozo me deu ler esta semana.
E pronto, esta já está. Até à próxima!
saí­do da mente de Luís F. Alves às 9:13 da tarde
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quarta-feira, novembro 19, 2008
Sim, é verdade. Mais uma vez, os nossos compromissos impedem-nos de escrever o Blá Blá Blá.
Por um lado, provamos que temos vida própria, e tal. Pelo menos a nós mesmos. E isso é bom.
Por outro lado, sabemos que estamos a faltar ao nosso compromisso com os leitores do site, e acreditem, não o fazemos de ânimo leve.
De forma que pronto, só nos resta pedir desculpa, e prometer que faremos os impossíveis para que isto não volte a acontecer. Para a semana cá estaremos, como programado. Até lá, voltamos a pedir sugestões para temas de discussão. Como sempre, temos algumas ideias, mas as vossas são-nos preciosas.
Abraço a todos, e mais uma vez, desculpem qualquer coisinha...
saí­do da mente de Luís F. Alves às 7:00 da tarde
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quinta-feira, novembro 13, 2008
Pouco material esta semana, mas bastante qualidade, ainda assim. Algumas desilusões, mas amplamente compensadas. Senão, vejamos:

ACTION COMICS #871 - Ah, agora sim. A maior parte dos novos Kryptonianos, como seria de esperar, é uma enorme massa anónima. Mas a intriga aqui começa a avançar na direcção certa, e o Geoff Johns faz mais uma vez a magia dele: em duas frases concilia todas as versões diferentes de Kandor, e em mais três, faz o mesmo com todas as versões da origem do Doomsday. E depois, claro, há o final. Serão mesmo aqueles dois as pessoas que parecem ser? Espero que sim...

BATMAN CACOPHONY #1 (de 3) - Um comic novo do Kevin Smith? Será possível? É. Infelizmente, mostra que ele já não anda nisto há uns tempos. Tem todas as qualidades que ele costuma ter (inventividade, boas caracterizações, acção bem construida), mas tem também todos os defeitos (excesso de texto, humor ocasionalmente pueril e desenquadrado). Mas isso eu já esperava. As únicas duas coisas de que realmente não gostei aqui foram as interpretações do Zsasz e as piadas sexuais com o Joker. De resto, é bastante bom, tanto que é pena o homem não continuar a escrever comics. Mas pronto, já vimos como isso correu das outras vezes.

BOOSTER GOLD #14 - Tal como o anterior, este número desilude. Mais valia não ter perdido tempo com isto, honestamente.

GREEN LANTERN CORPS #30 - Nem sei o que dizer sobre este comic, tirando que continua na mesma direcção, e continua muito bom. O universo Green Lantern tornou-se um dos mais complexos, diversificados e fascinantes da BD moderna. Pensar que começou tudo com "um homem com um anel que realiza desejos"...

JSA KINGDOM COME SPECIAL SUPERMAN #1 - Estou impressionado. Antes de mais, porque para primeira experiência como escritor, o Alex Ross safa-se muito bem aqui. A história é muito interessante, e os momentos importantes têm impacto. Mas acima de tudo, a arte dele está melhor do que nunca. Parece que é a primeira vez que ele tenta apenas desenhar sem pintar por cima, e caramba, sai-se tão bem que eu gostava imenso que ele fizesse isso constantemente...

NIGHTWING #150 - Se há comic perfeito com este personagem, é este. Desenhado à medida para enfatizar tudo o que o torna interessante, este número termina a história com o Two-Face em grande estilo. Pena que a série tenha sido cancelada...

AMAZING SPIDER-MAN #577 - Epá, detestei isto. A história não me interessou minimamente, e mesmo a arte, de um tipo de quem até gosto, foi uma desilusão total. Pena.

CAPTAIN BRITAIN AND MI 13 #7 - Sempre tem uns momentos interessantes com olhares para os maiores desejos de cada personagem, mas esta segunda história está bem longe da qualidade da primeira. Esperemos que recupere com a próxima.

WOLVERINE #69 - É o melhor capítulo desta série até agora, e comete a proeza de manter acção ininterrupta com um protagonista essencialmente pacifista. Se o resto da história se mantiver a este nível, tiro o meu chapéu ao Mark Millar, que ele vai merecer.

ANNA MERCURY #4 (de 5) - A parte inicial deste número é a mais interessante para mim. O que me interessa realmente no conceito básico desta série é o contraste entre os dois mundos, e como tal, as sequências de conversa agradam-me sempre. Mas assim que a Anna começa aos pulos de prédio para prédio, e tal, perde-me um bocado.

SIR APROPOS OF NOTHING #1 (de 5) - Eu não li o Dark Tower, confesso. Mas aquilo no fim era o... Aquela era mesmo... Claro. Só podia. Este personagem é um dos meus favoritos há anos. O livro original marcou-me imenso, e até hoje não percebo porque nunca li nenhuma das sequelas. Mas pretendo remediar isso em breve. Até lá, bom, esta mini-série ainda está no inicio, mas tem potencial...

Surpresas, boas e más, não faltaram esta semana, mas a SURPRESA DA SEMANA foi mesmo o AMAZING SPIDER-MAN. Mau, muito mau mesmo. Já o MELHOR DA SEMANA também foi uma surpresa, mas pela positiva. Eu estava à espera de algo só para encher, mas caramba, o JSA KINGDOM COME SPECIAL SUPERMAN, apesar do título ridículo, é uma leitura fantástica. Não vale a pena é tentarem ler se não acompanham a Justice Society, porque não vai fazer sentido nenhum...
E esta semana, meus amigos, é tudo! Até à próxima!
saí­do da mente de Luís F. Alves às 8:59 da tarde
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quarta-feira, novembro 12, 2008
Uma crónica semanal assinada por dois tipos que gostam de comics, mas que durante este mês andam extremamente ocupados não só com a vida real como com o Nanowrimo, por isso pedem desculpas por estas crónicas mais curtas.

Jorge:
Nada como temáticas intelectuais sobre comics: Qual a mulher mais interessante dos comics?
Sim, nós sabemos que elas são desenhadas de forma exagerada e promovidas como objectos, mas esqueçamos isso por uma semana para dizermos aquelas que nós não nos importávamos de conhecer em carne e osso.

Jean Grey (Fénix): É ruiva, inteligente, linda e tem uma força cósmica capaz de engolir mundos. Parece-me uma boa companhia para Sábados à noite.



Que me dizes sobre esta matéria delicada, Luís?

Luís: Digo que temos mais sorte que as mulheres que lêm comics. A nós não nos faltam mulheres jeitosamente desenhadas. Elas ou gostam de tipos atléticos e musculados, ou não têm para onde olhar.
E admito, quando era jovenzito passava muito tempo a olhar para as meninas de roupa justa e peito amplo que povoam os comics mais mainstream.
Já que estamos a dar exemplos, lembro-me de uma Catwoman desenhada pelo Alan Davis, no final dos anos 80, que ainda usava aquela espécie de vestido como uniforme, que tinha rachas dos lados para ela poder mover as pernas. Em certos ângulos, era quase sugerido que sim, ela não usava cuecas. Deu-me que pensar, isso.



Se queres uma escolha dos X-Men, a versão asiática da Psylocke, desenhada pelo Jim Lee, também regalava a vista.



Mas é melhor nem irmos pelos X-Men. O raio do gene mutante parece ter tendência a produzir espécimes femininos bastante atraentes. E acho que masculinos também.

Jorge:
A Gata Negra sempre me interessou, cabelo prateado, roupa justinha e aquele ar de ladra traiçoeira cai que nem ginjas!



Nem sei como é que o Peter Parker meteu na cabeça casar-se, podendo manter a sua vida no telhado com a Gata Negra... Ah espera ele nunca se casou... Onde é que ando com a cabeça?
Claro que concordo que a versão asiática da Psylocke desenhada pela Jim Lee é algo que dá que pensar. (a ver que imagens é que vamos colocar aqui esta semana).
Mas há que dizer que irrita um bocado as mulheres serem tão exageradamente desenhadas nos comics (regra geral). Um artista que ilustra mulheres com proporções mais reais é o Milo Manara.



O gajo que desenha pior mulheres em BD: Joe Madureira...




Luís:
Não casou, mas hã, parece que co-habitou. Ou coisa assim.
(Um pequeno aparte: há uma diferença entre "nunca se casou" e "ninguém se lembra de ele ter casado"; mas isso é outra conversa.)
Quanto ao Madureira... Bom, o meu colaborador actual em BD, um tal Sr. António Valjean, vai-me odiar por dizer isto, mas... O Madureira desenha bem muito pouca coisa.
Mas eu até diria que não são só as proporções das mulheres que estão erradas. Todos os homens são atletas musculados, com abdominais fantásticos. Nós é que, pronto... Olhamos com mais atenção para as mulheres.
Sabes quem é que eu gosto muito de ver desenhar a forma feminina? A Amanda Conner, a que desenhou a Pro.



Ou o Terry Moore, do Strangers in Paradise.



Ela é mais cartoonesca, e ele mais realista, mas parece-me que são mais... Coerentes e variados, pelo menos.
A não ser, claro, quando a Amanda desenha a Power Girl...



Jorge: A Pro é um comic extremamente divertido, já agora.
O Madureira tem um ou outro desenho giro (esboços), mas considero que um comic todo desenhado por ele é extremamente cansativo (gostei dos X-Men dele não era tão exagerado como é hoje).

Para terminar, pelo menos da minha parte, façam sugestões de temas para os Blá Blá Blá! Tenho uma ideia para um dos próximos mas só digo quando estiver tudo confirmado (teaser: é termos um convidado).

Luís: Um convidado? Quem? Quando? Porque é que nunca ninguém me avisa destas coisas? Isto é mais um passo para correres comigo daqui, não é?
saí­do da mente de Luís F. Alves às 7:44 da tarde
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terça-feira, novembro 11, 2008














Galeria completa no flickr.
saí­do da mente de Raquel às 1:27 da tarde
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sábado, novembro 08, 2008
Montes de surpresas esta semana, pessoal! Vamos a isto?

ADVENTURE COMICS SPECIAL GUARDIAN #1 - Em si mesmo, isto é um bom comic, que continua a história do especial do Jimmy Olsen de há umas semanas, e aproveita para tornar o Guardian um personagem interessante, com mais uma surpresa ou outra pelo meio. Tem é pouco ou nada a ver com o New Krypton. E para além disso, ainda não há uma unica indicaçâo de que isto será conciliado com o Seven Soldiers.

AMAZING SPIDER-MAN #576 - Boa conclusão para esta história. Ainda bem que foram só duas partes, mais que isso seria esticar demasiado. A arte continua a não me agradar. Mas a estreia do Joe Kelly no "Spidey Braintrust" foi suficientemente auspiciosa, e acho que com outro artista, ele pode fazer coisas muito boas mesmo.

AVENGERS INITIATIVE SPECIAL - Nem sabia que isto existia. Os personagens aqui explorados sempre foram os mais interessantes da turma original da Iniciative, por isso é bom ver que não foram esquecidos. E que pelos vistos, há planos para eles.

CABLE #8 - A lógica temporal desta história é pouquíssimo lógica para mim, honestamente. Mas continuo a gostar muito de ver o Cable como pai de família, por isso compensa.

FINAL CRISIS RESIST #1 - Ah. Checkmate. Que saudades. Como se lembrarão de há uns tempos, eu tenho feito por ignorar a série Checkmate desde que o criador original, o argumentista Greg Rucka, a largou. E pelo que tenho lido, foi a opção certa. Mesmo sabendo, no entanto, que este especial seria escrito por ele, nunca pensei que fosse, na prática, o final real dessa série. Mas é. E é um grande final, tão bom como os melhores momentos da série propriamente dita. Sabe a pouco, mas sabe bem, porque este pouco já foi mais do que julgava poder vir a ter.

FRANKLIN RICHARDS SONS OF GENIUSES - A ideia central poderia ter sido usada de forma interessante, mas a verdade é que este especial é bastante fraquito. É a primeira grande desilusão desta série.

GRANT MORRISONS DOCTOR WHO #2 - Ena, uma história inteira! Para quem não conhece minimamente a história do Doctor, isto vai fazer pouco sentido. Felizmente, eu já vi a maior parte das aventuras das duas encarnações originais do Doctor, pelo que esta história foi muito interessante mesmo.

INVINCIBLE IRON MAN #7 - O melhor comic do Spider-Man dos últimos tempos. E também não é um mau comic do Iron Man. Agora, alguém me explique, por favor, porque raio o Matt Fraction não está no "Spidey Braintrust"??

JUSTICE SOCIETY OF AMERICA #20 - Em si mesmo, é um excelente comic, e tem conceitos interessantes. Mas por outro lado, é uma demonstração de como esta série está um pouco desorientada. Afinal de contas, a história da Power Girl acaba por não ter nada a ver com a do Gog, tirando passar-se ao mesmo tempo, e a consequência é que depois de sei lá quanto tempo a esticar a outra história, agora temos uma pausa de um mês para acabar esta? Que raio...? Esta série continua boa, mas precisa de rédea mais curta.

MARVEL ZOMBIES 3 #2 (de 4) - É curioso, mas eu nunca tinha reparado: o Machine Man é essencialmente o Inspector Gadget com mau feitio e apetência por cerveja. Continuo a dizer que a versão dele aqui é um bocadinho mais séria do que eu gostaria, mas não nego que é interessante na mesma. A interacção entre ele e a Jocasta é excelente. O resto da história também tem os seus momentos, e há um particularmente arrepiante. Bom material.

SECRET SIX #3 - É o melhor capítulo da série até ao momento. E o McGuffin é um conceito absolutamente delicioso. Parece que afinal vou continuar a ler isto por uns tempos ainda...

TERROR TITANS #2 (de 6) - Quando escrevi a primeira versão da critica a este comic, eu estava convencido que já tinha lido isto, mas não me lembrava de nada. Para tirar dúvidas, fui ler. Realmente não tinha lido. E não teria perdido nada de especial se tivesse continuado convencido de que me tinha esquecido.

ULTIMATUM #1 (de 5) - Estava à espera que isto fosse um desastre total. Mas afinal, com a excepção de uma ou duas cenas algo parvas, e de caracterização de personagens que me desagrada bastante, isto é bem melhor do que seria de esperar. Parece que o Loeb voltou a lembrar-se de como se conta uma história. E não, não acredito em metade das mortes que se vêm aqui.

A grande SURPRESA DA SEMANA, sem sombra de dúvida, é o ULTIMATUM #1, por e simplesmente porque, não sendo extraordinário, é um comic bom, coisa que eu já não pensava ser possivel da parte do Jeph Loeb. Outra grande surpresa foi o FINAL CRISIS RESIST, mas mais que isso, foi também o MELHOR DA SEMANA. Como, aliás, a série CHECKMATE o era quase sempre.
E por hoje, é só! Até breve!
saí­do da mente de Luís F. Alves às 3:32 da tarde
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saí­do da mente de Raquel às 2:13 da tarde
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quinta-feira, novembro 06, 2008
Luís: Vamos tentar algo um bocadinho diferente esta semana.
Tendo em conta o espírito da missão que assumimos no primeiro Blá Blá Blá, vamos dedicar a coluna desta semana a aconselhar comics que achamos que possam ser lidos e apreciados por quem não percebe nada de comics. Cada um de nós escolhe, alternadamente, um comic, num total de três escolhas cada um. Temos 3 regras:
- Não pode ser algo que já tenhamos aconselhado aqui;
- Tem que estar disponivel em paperback;
- Se for uma série, tem que já ter terminado, mesmo que não esteja completa em paperback no momento.
Até te deixo começar tu, e tudo, só para te facilitar. Tens a palavra...

Jorge: Começa tu! Esta semana estou cheio de trabalho.

Luís: Tentando evitar os candidatos óbvios, a minha primeira escolha vai para o WE3.



É verdade que algumas escolhas de storytelling arrojadas serão algo desconcertantes para quem não está acostumado a ler comics, mas mesmo assim, penso que qualquer pessoa inteligente poderá discernir o que acontece pelo contexto e pelo resultado.
Qualquer dos casos, mesmo que isso fosse impedimento, a qualidade e acessibilidade da história compensam.
Para quem não sabe, o conceito é simples: Filmes de animais à procura de casa + Terminator.
Essencialmente, o que se passa é que o exército americano desenvolveu um projecto para usar animais com implantes cibernéticos como máquinas assassinas. No entanto, o projecto é cancelado, e decidem eliminar os animais.
Três deles, um cão, uma gata, e um coelho, conseguem escapar ao projecto. E enquanto o exército tenta a todo o custo capturar ou destruir as armas que perdeu, os três animais dão tudo por tudo para conseguirem o seu próprio objectivo: Encontrar o elusivo local a que só sabem chamar "Casa".
À superfície, o que temos aqui é uma história de acção com animais em vez de pessoas, mas uma leitura mais profunda revela uma meditação, não só sobre a maneira como vemos os animais (tanto na maneira como são tratados pelo exército como no modo comovente como o argumentista usa as características que associamos a cada uma das espécies), mas também sobre conceitos tão indefiniveis como o de pertencer a algo ou alguém.
Ok, é a tua vez.

Jorge:A minha primeira sugestão é DEMO, escrito por Brian Wood e Becky Cloonan.



12 Histórias isoladas sobre pessoas com poderes, mas estas não andam de fatos de licra a combaterem vilões, no lugar disso encontramos pessoas normais a lidarem com as suas capacidades. Gosto muito da arte variada, a preto e branco, em cada um dos capítulos. Depois de anos e anos de associar poderes a super-heróis foi uma oportunidade refrescante de ler outro tipo de histórias. É um bom comic para um "leigo" pegar.


Luís: Admito que estou a fazer batota com esta série, mas que se lixe, é boa demais para não ser aqui mencionada.



O QUEEN & COUNTRY é um comic de espionagem realista, em que a acção é menos importante que o impacto que tem na vida dos personagens, em que a burocracia manda mais, muito mais, que o idealismo, e em que a vida de um espião é feita de enormes períodos de aborrecimento, intercalados com curtos momentos de pânico intenso.
Cheia de personagens interessantes, mas sem medo de os matar, a série centra-se na personagem de Tara Chace, uma mulher com tendências algo auto-destrutivas, o que a torna ideal para ser usada como arma ao serviço de Sua Majestade. É a vida dela que acompanhamos, desde a primeira vez que mata um homem a mando dos serviços secretos, até ao momento em que a sua vida destruida tem um laivo de esperança.
E faço batota ao aconselhar isto porque na realidade, ainda não terminou. A série regular chegou ao fim, mas está anunciado um volume 2 lá para 2010 ou 11. E há dois livros de prosa, com um terceiro esperado para o ano que vem, em princípio. Mas pronto, esta série propriamente dita terminou, e está agora disponivel em quarto volumes, a Definitive Edition.
Quanto a acessibilidade para leitores com pouca experiencia de BD, bom, o estilo de arte muda frequentemente, por isso é possivel que nem todos sejam fáceis de digerir à primeira, mas os desenhos, a preto e branco, são sempre claros e fáceis de seguir em termos narrativos. E a história só é pouco acessivel para quem não entende rigorosamente nada de politica internacional. O que, ocasionalmente, me inclui a mim, admito...

Jorge: Vou sugerir um comic com o qual simpatizei antes mesmo de o ler. É uma longa história...



A minha segunda sugestão é MOONSHADOW; agrada-me a ideia de acompanhar um jovem "meio-terrestre" criado num jardim zoológico extraterrestre, que tem uma mãe "flower power", cresceu no meio de livros e tem um amigo estranho e tarado. Um comic que aborda diversas temáticas interessantes como o Amor, a guerra, a amizade, o desespero, mas sempre em ambientes que são simples devaneios de uma imaginação interessante. John Marc DeMatteis (argumento), Jon J. Muth (arte), Kent Williams (arte dos capítulos 6, 10 e 12) e George Pratt (arte dos capítulos 11 e 12). Há que deixar claro que, como a personagem principal diz, é uma história de um despertar... Adquirem um trade e têm aqui material para ler e reler...

Luís: Finalmente, como fã que sou do trabalho do Warren Ellis, tenho que aconselhar alguma coisa dele. Ainda pensei em aconselhar o Orbiter, um dos meus trabalhos favoritos deste argumentista. Mas depois pensei que prefiro aconselhar algo que provavelmente virá a ser menos conhecido, mas que merece mais destaque. Nomeadamente, o AETHERIC MECHANICS, que saiu há duas semanas.



No inicio do século XX, um homem chamado Dr. Watcham regressa da guerra, onde os enormes navios voadores da armada britânica enfrentaram não só naves adversárias como gigantescos e misteriosos robots. De regresso a Londres, Watcham dirige-se a casa do seu amigo detective Sax Raker, homem brilhante cujo aventuras são registadas por Watcham para a posteridade, algo que apraz bastante a Raker. Watcham, de acordo com Raker, voltou na altura certa, uma vez que o detective está a meio de um caso bastante intrigante, o de um assassinato efectuado por um homem que, de acordo com testemunhas, aparecia e desaparecia constantemente, aparentemente sem controle, como se num momento lá estivesse, e no outro não. O nome do caso? "Sax Raker e o Homem Que Não Estava Lá".
Se tudo isto soa a Sherlock Holmes num conto Steampunk, é porque realmente o é. Mas é muito mais que isso, de diversas maneiras, e revelar porquê, bem como a razão para o protagonista ser Sax Raker e não o próprio Holmes, estragaria as deliciosas surpresas da história. Basta dizer que... Não, não vou dizer nada. Leiam, que ainda deve estar disponivel na loja de comics da esquina...

Jorge: Da minha parte quero terminar com a minha sugestão favorita, THE ESCAPISTS.



O que mais me encantou nesta história foi a vontade que me deu em fazer banda desenhada. Brian K. Vaughan apresenta-nos uma história coesa em que três pessoas unem esforços para desenvolver uma série de comics em torno de uma personagem de ficção. A forma de contar a história envolve cruzamento da vida das personagens com a ficção que escrevem. O que acabei de escrever não faz justiça à obra, descubram-na! E por hoje é tudo.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:49 da manhã
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segunda-feira, novembro 03, 2008
Como prometido, cá estão as minhas leituras da semana passada. Mais uma vez, peço-vos desculpa pelo atraso, mas às vezes um gajo tem que ter prioridades. Espero que compreendam.
Antes dos comics da semana passada, no entanto, há outros da semana anterior a comentar, nomeadamente:

THE MAN WHO LOVED BREASTS - Nem sei bem como isto me veio parar às mãos. Um comic independente, de um cartoonista que não conheço, mas que pelos vistos é bem talentoso. Não é o comic mais rico em conteúdo de todos os tempos, nem o mais divertido. Mas gostei na mesma.

CRIMINAL V2 #6 - Suponho que alguma reviravolta a história tinha que ter. Apesar disso, a reviravolta aqui apresentada não é muito surpreendente. Mas sinceramente, é um defeito menor, porque isto continua a ser das melhores séries da actualidade.

AETHERIC MECHANICS - Ao ler este conto quase steampunk, o pensamento que me dominava era "porque não usar o Sherlock Holmes? Para quê criar um análogo, se o verdadeiro está no domínio público?" E claro, no final, percebi porquê. Este é o melhor trabalho do Warren Ellis num ano, ou mais.

E pronto, passemos então ao material da semana passada...

ANGEL AFTER THE FALL #13 - Não obstante alguns bons momentos, parece que estamos de volta à parvoice costumeira.

FINAL CRISIS RAGE OF THE RED LANTERNS #1 - Agora sim! Finalmente, o universo do Green Lantern deixa para trás os interlúdios, e as preparações, e tudo o resto, e salta de cabeça para o meio da Guerra da Luz. E caramba, isto promete. Muito.

SUPERMAN #681 - Tal como o primeiro capítulo, a história revela potencial, mas não o atinge ainda. Mas tem bons momentos que chegue para me manter como leitor.

TEEN TITANS #67 - A Bombshell revela-se cada vez mais interessante, e a dinâmica dela com a equipa promete. O resto da história, no entanto, deixa-me indiferente.

AMAZING SPIDER-MAN #575 - Fiquei algo desiludido com esta história. Primeiro, porque a arte não me agradou. E segundo, porque o revamp do vilão pareceu-me bem mais interessante no prólogo de há uns meses. Aqui, ele é essencialmente um tipo que dá porrada. Não é uma má leitura, longe disso, mas esperava melhor.

AMAZING SPIDER-MAN ANNUAL #1 - Interessante. Fizeram um bom trabalho com a história da Jackpot, admito, especialmente tendo em conta que eu não a suportava no inicio. Não sei se me agrada, no entanto, o resultado final. Mas pronto, em si mesmo, é um bom comic.

ASTONISHING X-MEN GHOST BOXES #1 (de 2) - Isto... Eu não percebo isto. Tirando o facto de tapar um buraco no calendário editorial, não me parece que esta série tenha razão de ser. Para o que é, não está mal. Mas o que é não me chega.

AVENGERS INITIATIVE #18 - Mais uma desilusão. Montes de personagens, a saltar de um lado para outro, e a matar skrulls, com péssima arte. Eu espero mais que isso desta série.

INCREDIBLE HERCULES #122 - O primeiro capítulo foi melhor.

MARVEL 1985 #6 (de 6) - Ah. Inteligente. Boa jogada da parte do Millar. Transformar isto numa história mais intimista, finalmente, foi uma excelente decisão. Nem sempre esta mini-série brilhou, mas adorei o final.

SECRET INVASION THOR #3 (de 3) - Apropriadamente épico.

THOR #11 - Apropriadamente intimista. As intrigas da Loki continuam, e tirando uma ou outra cena de acção breve, é mais um número cheio de conversa, mas da interessante. ESTE devia ter sido o tributo oficial ao Capitão América, não a treta do Fallen Son.

ULTIMATE SPIDER-MAN ANNUAL #3 - Ao fim e ao cabo, tanta conversa sobre a sexualidade da relação entre o Peter e a Mary Jane, e no final, fica tudo ambíguo. Ok, poder-se-ia argumentar que é a melhor maneira de apresentar a história. Eu discordo. Qualquer dos casos, tirando defraudar essa expectativa, é um bom comic.

WOLVERINE ORIGINS #29 - Era isto que eu queria. O Wolverine é um bocado mais sanguinário do que deveria ser, a meu ver, mas de resto, é aqui que a história chega ao seu potencial. Agora é torçer para que isto seja explorado devidamente.

X-FORCE #8 - Ainda não decidi se prefiro o personagem como Angel ou Archangel, mas o ponto de vista dele sobre os acontecimentos é bastante interessante. Continua a ser uma boa leitura. E surpreendentemente, neste número não morre ninguém.

Estive quase a escolher para SURPRESA DA SEMANA o Thor #11, porque não estava à espera de ver esta história, e se soubesse que a veria, não estaria à espera de gostar. E gostei MUITO. Mas acabei por escolher o AVENGERS INICIATIVE #18, pela negativa. Desiludiu-me mais do que o Thor me agradou. É pena, até porque com a saída do Dan Slott, isto só deve piorar. Esperemos que pelo menos se despeça em beleza.
Quanto ao MELHOR DA SEMANA, gostaria de escolher o AETHERIC MECHANICS, porque foi realmente o melhor comic que li esta semana. Mas esse já era da semana passada, e a seguir as regras, terei que escolher o RAGE OF THE RED LANTERNS. Enfim. Deixo aqui as duas coisas, vocês decidirão qual delas é a mais legítima. Eu lavo daí as minhas mãos.
E até...Ao final desta semana! Fiquem bem!
saí­do da mente de Luís F. Alves às 9:41 da tarde
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