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sexta-feira, março 27, 2009
"It made me realize something. When I started collecting (late '82-early '83) I could have bought six comics for less than what I pay for one issue of New Avengers today. Yet, in six issues of many of today's comics (especially Bendis-titles) there is less content/story than one issue of the comics I bought as a kid."

In Newsarama, comentário do utilizador Dialysis_Lad


Li este comentário numa altura em que estou a ler "Essential - The Amazing Spider-Man", aquele tipo de histórias onde acontece tudo em 20 páginas. Uma compressão demasiada exagerada, para os meus padrões actuais. Mesmo assim entretém bastante.

Detesto uma descompressão da narrativa onde leio 6 comics (vamos considerar um total de 120 páginas) e não houve história, só conversas banais entre personagens. Acho que isto não entretém, apenas me faz perder tempo.

Neste momento não compro comics de vinte e tal páginas (esses leio por outras formas), compro sim (e bastantes) livros de BD que reúnem diversos comics (muitas vezes histórias completas) e como as escolho com cuidado tenho lido coisas muito boas.

Hoje estou a escrever um guião para BD, com uma super-compressão da narrativa (mais do que dos trabalhos Lee/Ditko). Não é o meu estilo, mas até estou a gostar da experiência. Fiquei para aqui a pensar se seria capaz de abusar da descompressão, vou tentar fazer esse exercício. Acho que o truque reside no equilíbrio.

Jorge
(ainda com sono, espero que tenha ficado um post claro) :)
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:05 da tarde
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quinta-feira, março 26, 2009


O Grant e o Frank voltam a juntar-se, deste vez para pegar no duo dinâmico. Estou na fila da frente para ler o que vai sair daqui.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 3:42 da tarde
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quinta-feira, março 19, 2009
Chunchu trata-se de um manga coreano (manhwa) com alguns anos, que recentemente começou a ser publicado em inglês pela editora Dark Horse Comics.



A acção passa-se num mundo e era em que a guerra, o caos e a devastação governam. Nascem gémeos, herdeiros do império, mas um deles é um demónio. Chunchu, um dos gémeos, sobrevive graças ao amor da sua mãe e vive exilado e presseguido pelo seu irmão gémeo. Mas será Chunchu o demónio, ou será ele o verdadeiro sucessor do Imperador?

O que me despertou a curiosidade para este manhwa foi o aspecto das personagens, chamem-me fútil mas adoro as roupas e o look geral de muitas delas (outras nem tanto). A história em si não é muito complexa, mas acho-a adequada a quem goste de shonen - manga tipicamente direccionada ao público masculino e que tende a incluir bastantes cenas de pancadaria.

Links: Chunchu na Dark Horse
saí­do da mente de Raquel às 11:36 da manhã
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quinta-feira, março 12, 2009
Só se preocupa com tretas como perseguir sites que colocam os comics deles disponíveis em formato digital. Não se preocupam em melhorar a qualidade do que publicam ou de pesquisar um bocado e perceber que disponibilizar comics gratuitamente é publicidade gratuita.

Leio comics retirados dessa forma e desde que o faço acabo por comprar muito mais. Tal como eu, conheço outros a quem acontece isto. Não conheço ninguém que leia apaixonadamente bd e não a queira comprar.

O que é que vocês acham disto?
saí­do da mente de Jorge Amorim às 6:52 da tarde
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quarta-feira, março 11, 2009
14 e 15 Março

ANIME E MANGA

WORKSHOP (Piso 4)

Duração: 10.00-19.00 (cada sessão)

Preço: € 70,00/participante

Público-alvo: público em geral

Número de participantes: Mín.15


Introdução à animação Anime, tendo em vista a obtenção, por parte dos participantes, de um grau de compreensão sobre as diferentes fases de produção de um desenho animado, assim como das técnicas relativas a cada uma dessas fases. Procura-se também dar uma introdução prática ao storyboard (folha de histórias) e demonstrar a sua importância na realização de uma animação.

Introdução às técnicas de desenho Manga (banda desenhada japonesa). Neste workshop é dado quer o enquadramento histórico para o estilo característico japonês, quer as técnicas de desenho utilizadas, do esboço ao trabalho final. Os formandos terão de efectuar uma manga para demonstrar as técnicas aprendidas; perante o trabalho final, serão discutidas técnicas utilizadas e alternativas aplicáveis.

Em colaboração com a NCreatures, empresa membro da Japan Net. Criadora da revista mensal on line, Waribashi, sobre anime, manga e cultura japonesa.


NECESSÁRIA MARCAÇÃO

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:23 da manhã
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sexta-feira, março 06, 2009
Sim eu sei que isto já se está a arrastar, atrasos e mais atrasos dão cabo do meu interesse para ler qualquer história. Mas este tem sido um bom comic de violência gratuita!



Façam as vossas apostas e que a confusão (re)comece!!!!

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 5:52 da tarde
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- Gostei da adaptação;
- Respeita o espírito do comic;
- Tem um bom trabalho de actores, principalmente Jackie Earle Haley e Jeffrey Dean Morgan;



- É inovador ver num filme de Hollywood um gajo azul nú a meditar sobre a existência;
- A Banda Sonora adapta-se bem;
- Aguardo a versão em DVD cheia de Extras.


UPDATE - Vejam o que queriam fazer com o filme :P
saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:04 da manhã
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quinta-feira, março 05, 2009
O título é enganador, é claro que quero ir ver 'Watchmen' ao cinema o mais brevemente possível, mas não irá ser hoje. Tem de ser só no Sábado.

Mas como fã da graphic novel, ando a ler artigos relacionados com o filme que têm aparecido por toda a Internet, e deixo aqui um par deles:

Watchmen em motion comic - Uma revisão sobre este DVD/BluRay. Não me lembro de alguma vez ter visto um motion comic, mas segundo quem escreveu este artigo parece funcionar bem para Watchmen. O DVD não tem é extras... boo!

E aqui podemos ver edições em Photoshop de cenas do filme, para um concurso que a Gizmodo fez com o tema de 'como de estragar de forma hilariante o filme de Watchmen'. São 104 no total.

Finalmente, um artigo da Wired não directamente relacionado com Watchmen, mas que achei interessante. Porquê figuras de acção infantis quando os filmes de super herois mais recentes são mais sérios e focados num público adulto?

Agora resta-me desejar um bom visionamento de filme, a quem pode já ir ver hoje. *olha para o Jorge e para o Luís com alguma inveja*

Num último àparte, quem foi a esperteza que resolveu traduzir Watchmen para Os Guardiões? 'Quem Guarda os Guardiões?' é a pior frase promocional de que me lembro em Português. Pelo menos nos últimos meses. Algo como Os Vigilantes para o título e 'Quem Vigia os Vigilantes' pelo menos já fazia algum sentido.
saí­do da mente de Raquel às 9:58 da manhã
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quarta-feira, março 04, 2009
Jorge (J.):E.....................ESTAMOS NO AR!!! Mais uma edição em directo do Outro Lado dos Comics.

Luís (L.): Boas tardes, senhores ouvintes... Perdão, leitores. Vamos fazer isto por IM, é? Ideia interessante... Qual é o tema?

J.: A nossa produção de comics. Estamos a frequentar uma workshop de banda desenhada (BD) na Kinpin Books, a contactar com outros criadores e se calhar já temos algumas ideias para partilhar sobre o processo criativo

L.: Pessoalmente, eu não tenho! O workshop tem sido muito produtivo, pelo que me diz respeito mas por enquanto, ainda não alterou especialmente o meu processo criativo. O que tem produzido, no entanto, é forçar-me a olhar de maneira diferente para o processo criativo de BD. O processo em si é mais ou menos como eu o fazia (das poucas vezes que fiz), mas agora penso de maneira diferente, penso noutros aspectos da BD em si. Acho que entendo melhor como manipular as imagens para criar os efeitos que quero, por exemplo. Tenho uma melhor concepção de página, muito à força de exercícios que levaram ao limite as minhas capacidades artísticas. É nesses aspectos que o workshop tem sido valioso mas ainda não mudou muito a maneira como crio histórias. E claro, o contacto com os outros tem sido excelente.


J.:Eu gosto muito das conversas entre apreciadores de BD. A forma de montar as histórias mudou, pelo menos na minha cabeça (e papel, depois dizem-me). Começo a gostar da ideia de planificar páginas, estudar os balões de texto, utilizar os planos para reforçar a ideia que estou a narrar e também estou a olhar para cada comic de uma forma diferente. Além das Workshops, ler o “Understanding Comics” foi uma óptima experiência e actualmente ando a estudar Eisner.

L.: Eu estou a ler o “Understanding Comics” no momento, e concordo, o livro é excelente, e acima de tudo, útil. Imagino-me a tê-lo à mão na minha secretária por muitos anos, como referência pronta... Ou teria, se o livro não fosse teu. mas pronto.

J.: HEHE... Houve um pormenor importante antes eu escrevia uma história para contar por imagens, agora escrevo BD.

L.: Pois, é uma diferença subtil, mas importante. Concordo, isso também se alterou um bocadinho em mim. Antigamente, eu era mais de pensar "agora vou fazer uma BD", e depois inventava qualquer coisa para encaixar no formato. E sinto que no momento, prefiro ter primeiro uma ideia para uma história, e depois pensar bem se tem os elementos certos para ser uma BD. e se não tiver, fá-la-ei noutro meio qualquer, felizmente não me faltam opções. Tenho uma melhor consciência do que posso ou não fazer em BD, parece-me. Do que posso EU fazer em BD, atenção. Outros autores saberão fazer mais, e terão mais capacidade para experimentar. Eu estou no início, e considero que nesta fase, sendo importante saber os meus limites, ainda tenho que aprender a mover-me em pleno dentro deles, antes de os tentar ultrapassar.

J.: Eu ando a explorar algumas coisas. Sim, mesmo a desenhar. Não sou de intrigas mas a culpa é do Mário (da Kingpin Books)

L.: Por falar nele, mando-lhe aqui um abraço. Não imagino se ele tem experiencia prévia ou não como formador, mas está a fazer um trabalho excelente. O homem sabe o que faz, e do que fala.

J.: GRAXISTA (mas sim é verdade!) :)Já agora vou informar os leitores que o Luís tem melhorado o seu comportamento durante as aulas

L.: Ainda nem os tinhas informado de que eu me andava a portar mal, mas ok. Ofacto é que as minhas constantes questões e tangentes sobre BD e a respectiva escrita estavam a fazer mal à aula. Felizmente, ou não, o Mário descobriu que a maneira de me calar é mandar-me desenhar. Coisa que eu odeio tanto, que em vez de conversar sobre o assunto, fico a resmungar em voz baixa. o que dispersa menos os outros.

J: Boa técnica, vais passar a desenhar para o outro lado dos comics

L.: O caraças!

J.: Fica a nota que ando com vontade de fazer um webcomic semanal, talvez no final de 2009.

L.: Adorava ver isso, por acaso.

J.: Depois de abandonar o projecto “Palavras Contadas”, em Julho, vou começar a organizar esse webcomic.

L.: Vais usar os cinzentos?

J.: Não, vai ser tudo já pensado para ser publicado na internet. “Os cinzentos é uma BD que projectei para papel.

L.: Vês? Isto é o inconveniente de fazer isto via IM. Um gajo esquece-se de que está a falar para uma coluna, e ás vezes passa a conversa normal. Enfim.... Qualquer dos casos, fica aqui a tua promessa aos nossos leitores. Agora não podes fugir disso.

J.: vou cumprir :) (se continuar vivo)

L.: Blackest Night.

J.: LoL

L.: Opps, desculpa, por um momento pensei que era o Dan Didio.

J.: Avisamos já, para nos comprometermos, que temos duas entrevistas pendentes vindas do nosso workshop: o Mário e o Filipe. Fiquem atentos!!!!!!! E por mim ficávamos por aqui

L.: Por mim também. Como raio é que nunca nos tínhamos lembrado de fazer isto assim?

J.: Xau pessoal! Leiam muitos comics!

(o desenho que o Luís fez demonstra mais um gajo claramente a imitar o Jim Lee)

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:51 da manhã
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