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segunda-feira, agosto 31, 2009

A notícia caiu como uma bomba hoje de manhã, e por esta altura já toda a gente sabe.
Sim, a Disney comprou a Marvel. Sim, isso quer dizer que, por bizarro que pareça, personagens como o Wolverine e o Punisher são agora personagens da Disney.
E não, ainda ninguém sabe muito bem o que isto quer dizer, e o impacto que terá.
Sabe-se que em termos financeiros, ambas as companhias beneficiam, e muito.
A Disney continua a ter um lugar de destaque na indústria do entretenimento, mas não obstante a excepção que são os filmes da Pixar, os rendimentos têm vindo a diminuir progressivamente. Além disso, tem falhado sucessivamente nas suas tentativas recentes de conquistar o target demográfico dos adolescentes masculinos, público para o qual criou inclusive o canal Disney XD, mas que ainda não respondeu tão bem quanto a empresa quereria.
Já a Marvel é uma estrela em ascenção. Os filmes e animações rendem imenso, mas por outro lado CUSTAM imenso, e esse dinheiro tem que vir de algum lado. Por mais receitas que os grandes êxitos recentes rendam, bastam um ou dois fracassos sucessivos para a coisa desmoronar-se.
Portanto, o negócio faz sentido. Comprando a Marvel, a Disney adquire produtos já com público incluido precisamente na faixa demográfica que quer, com propriedades milionárias e de êxito relativamente garantido, para não falar de uma fortuna em merchandising. Ganha também uma nova arma para fazer face à sua concorrência no mundo no entretenimento, nomeadamente a Warner, que tem em carteira a DC Comics.
E a Marvel ganha acesso a um público bem mais vasto, através dos meios de difusão e distribuição da Disney, para além de uma segurança financeira bem maior.
Isto do lado financeiro. Aqui ninguém duvida que a coisa é boa para todos os envolvidos.
Mas e do lado criativo? Qual será o impacto deste negócio na Disney, na Marvel Comics, e mesmo na indústria dos comics em geral?
Ainda ninguém sabe, até porque não se sabe ao certo como as coisas vão funcionar daqui em diante.
Se tudo correr pelo melhor, há várias possibilidades excitantes. Como disse acima, os meios de distribuição da Disney vão aumentar a visibilidade da Marvel, e consequentemente dos comics em geral.
Por outro lado, há quem tema que essa mesma distribuição mais alargada leve a que a Disney, empresa tradicionalmente (ou supostamente) conservadora, imponha limites criativos à Marvel que abastardize as propriedades que quer rentabilizar. Lá está, alguém vê a Disney a vender nas suas lojas para criancinhas um comic normal do Wolverine?
Pior ainda: há quem tema que a Disney pode simplesmente fechar a loja em termos de publicação de comics, ou pelo menos tornar a divisão de comics insignificante, e usar as propriedades apenas para as rentabilizar noutros meios. Como argumento, há as aquisições que a Disney fez há anos, primeiro dos Muppets, que praticamente desapareceram, e depois da empresa de comics independente Crossgen, cujos títulos foram simplesmente fechados na gaveta (apenas um, o Abadazad, foi usado noutro formato, mas mesmo esse já foi colocado de lado).
A acontecer isto, teme-se pelo futuro da indústria dos comics. A Marvel ainda é líder de mercado, e há demasiadas lojas dependentes dela. Sem o produto da Marvel, a indústria pode ficar sem base onde se sustentar.
Mesmo que a Marvel continue a produzir comics, e mesmo que estes não sejam censurados ou limitados, a indústria pode sofrer na mesma. Até ao momento, a Diamond Comics é a distribuidora exclusiva de praticamente todos os comics americanos, e a Marvel é parte significativa do seu ganha-pão. Sabendo que a Diamond mesmo assim está em dificuldades, se a Disney decidir distribuir os seus comics exclusivamente por meios próprios, as consequências serão previsivelmente negativas.
Também em questão está a etiqueta de comics de autor da Marvel, a Icon. Esta etiqueta publica uma série de comics que pertencem aos criadores, não à Marvel. Terá a Disney interesse em continuar a publicá-los? E se não o fizer, como reagirão os principais criadores da Marvel, para quem a Icon foi criada como aliciante?
Estes são os medos gerais.
O mais provável, no entanto, é que tudo isto seja alarmista. A Disney já declarou publicamente que não tem qualquer interesse em alterar a maneira como a Marvel funciona, e que a comprou precisamente porque esta sabe gerir bem as suas propriedades, algo que considera uma mais-valia. E dá como exemplo a relativamente recente aquisição da Pixar, que não só deu maior liberdade criativa à empresa de animação, como colocou o próprio departamento de animação da Disney nas mãos da Pixar.
Prometeu também cumprir todos os acordos previamente estabelecidos tanto pela Marvel como pela Disney, nomeadamente os que dão a outros estúdios de Hollywood direitos sobre filmes como as sagas X-Men e Spider-Man. Outro acordo que supostamente será mantido será o que dá à BOOM! Studios o direito de publicar comics não só baseados nas personagens da Pixar como também nas propriedades tradicionais da Disney.
Presume-se que estes acordos não serão renovados quando os contratos actuais expirarem, mas por enquanto é apenas suposição.
E quanto às hipotéticas exigências em termos de conteúdo... Muita gente esquece-se que a Miramax pertence à Disney. E que já pertencia quando produziu filmes como Cães Danados, Pulp Fiction, ou Trainspotting, que portanto são filmes da Disney, mesmo que não pensemos neles como tal. Ser DA Disney não quer dizer que seja MARCA Disney. Presume-se, ou espera-se, que com a Marvel se passe algo de semelhante.
E pronto, isto é o que anda por aí a circular.
E eu, o que acho?
Não sei. Vou esperar para ver. Mas que adorava ver a Pixar a fazer, por exemplo, um filme do NEXTWAVE, isso adorava. É pouco provável, é certo.
Mas agora, a possibilidade existe.
saí­do da mente de Luís F. Alves às 8:52 da tarde
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quinta-feira, agosto 27, 2009

Óptimas notícias para os fãs de Hugo Pratt: a editora Casterman colocou ontem à venda no seu site o albúm em que Pratt revisita a famosa personagem de Emilio Salgari, Sandokan, Le Tigre de Malaise.

Esta obra data do final da década de 1960, mas só agora vê a luz do dia. Segundo o site da Casterman, Sandokan foi encomendado pelo editor de Hugo Pratt no Corriere dei Piccoli. Mas devido ao sucesso das aventuras de Corto Maltese na mesma altura, Pratt abandonou o projecto do corsário malaio em 1970 (ficou incompleto), preferindo dedicar-se às aventuras do marinheiro maltês. Pensou-se que Sandokan ficara perdido para sempre, mas quase 40 anos depois, o historiador de banda desenhada Alfredo Castelli encontrou as pranchas de Pratt num caixote em sua casa.

Uma vez que o lançamento desta obra em França é tão recente, não se sabe ainda quando sairá a tradução em português. Entretanto, para os interessados (e que compreendam a língua francesa), deixo em baixo dois links: o primeiro respeita à venda da obra no site da Casterman; o segundo link também é para o site da Casterman, mas é uma entrevista a Alfredo Castelli sobre Sandokan, Le Tigre de Malaise.

http://bd.casterman.com/albums_detail.cfm?id=36061

http://bd.casterman.com/articles_detail.cfm?ID=694


saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 4:27 da tarde
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Meus caros amigos, sei que este é um blog sério sobre bd e vocês vão-me desculpar, mas tenho de divulgar isto para os nostálgicos: além da colecção de figuras da DC, a Planeta Agostini também lançou ontem (primeira entrega) uma colecção de DVD do...Dartacão e os Três Moscãoteiros! Sei que isto fará as delícias de muita gente (culpado!), por isso aqui fica a divulgação. Vilipendiem-me à vontade, mas não me arrependo! :P


http://www.planetadeagostini.pt/colecionavel/dartacao.html
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 3:24 da tarde
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Penso que já aqui terei falado disto, mas de vez em quando gosto de voltar a este assunto. E uma vez que recentemente tomei uma atitude relativamente a ele, parece-me oportuno.
Eu tenho uma memória bem vívida do primeiro comic que li. Quando digo comic, não incluo os Tio Patinhas, e Monicas, e outros que tais. Li bastante disso quando era miúdo, mas não considero nenhum deles como o meu primeiro comic, porque sinceramente, não tiveram grande impacto em mim. Achava piada, e tal, mas não me entusiasmavam, e não me lembro de nenhum específico. Não sei se me teria tornado o fã de BD que sou hoje se me tivesse ficado por esses.
Portanto,quando me refiro ao Meu Primeiro Comic, estou a falar do primeiro livro de banda desenhada que realmente me prendeu, e de certa forma fez de mim o fã que sou hoje.
Apesar de ter uma memória bem vívida desse comic, durante anos não consegui descobrir qual era. Isto porque na altura a única coisa que se arranjava por cá eram aqueles livrinhos da Editora Abril, que vinham do Brasil, e que incluiam 3 ou 4 histórias por número.
Como tal, foi complicado descobrir qual foi a história que me agarrou.
Sabia algumas coisas sobre ela.
Lembrava-me vagamente da capa do livro (o que não ajudou em nada, como veremos mais abaixo). Sabia que era uma história do Capitão América. E sabia que acontecia isto:


Caso a imagem não seja suficientemente clara: O Capitão América está a ser atacado, na sua própria casa, por um Volkswagen carocha maligno. Que lhe entra pela janela. Num terceiro andar.
Porra, como é que eu podia NÃO ficar agarrado???
O carro era amarelo na versão que eu li, mas a cena é inconfundível.
Como disse, passei anos à procura sem sucesso. Eventualmente, acabei por me esquecer do assunto.
Recentemente, lembrei-me de fazer uma busca no Google, e logo o primeiro link deu-me a resposta. O comic que me marcou foi nada mais nada menos que o Captain America #222! E cá está ele:


Não me lembro de ler na história o momento que está representado na capa. Nem interessa. O melhor para mim foi mesmo a cena do Volkswagen. Já agora, não era esta a capa da edição brasileira. Era esta, devidamente traduzida:


E porque é que estou agora a falar sobre tudo isto? Bom, porque de vez em quando gosto de recordar estas coisas. Mas acima de tudo, porque estou em fase de vender e comprar comics, e ocorreu-me procurar o Cap#222 numa das lojas com que tenho lidado.
E eles têm-no! Relativamente barato!
Claro que o vou mandar vir assim que possivel. Afinal de contas, que desculpa tenho eu para não ter em minha posse algo que me marcou tanto?
saí­do da mente de Luís F. Alves às 12:00 da tarde
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Está nas bancas desde hoje uma colecção de figuras de super-heróis e vilões da DC Comics, num lançamento da Altaya. As figuras são em chumbo, escala de coleccionador 1:32, pintadas à mão e numeradas. Ao que parece, são reproduções baseadas em esculturas originais da DC.

A primeira figura é o Batman e como é hábito nas colecções da Altaya, a primeira peça é apelativamente mais barata do que as restantes: custa 2.99 Euros, enquanto que as figuras seguintes custam 6.99 Euros cada. Acompanhando a figura, vem um fascículo com a história da personagem, um fascículo informativo sobre a DC e sobre as restantes figuras da colecção (no qual se descreve o processo de concepção das figuras). Além disso, também vem um folheto que refere que quem desejar assinar a colecção, recebe grátis uma figura exclusiva do Batman (com o Caped Crusader representado num telhado de Gotham em cima de uma gárgula, diferente da figura da colecção), um expositor para as figuras e um DVD do filme Dark Knight, de Christopher Nolan.

A colecção parece ter um total de 50 entregas, mas só se conhecem ainda as dez primeiras figuras (apesar de o site da Altaya ter já a data das 50 entregas, que vai até Julho de 2011! http://www.planetadeagostini.pt/colecionavel/dc-comics-super-herois---figuras-de-coleccao.html).

Fica em baixo a lista das primeiras dez entregas, por ordem de saída:

Batman (Data de distribuição 27-08-2008)

Superman (Data de distribuição 14-09-2009)

Joker (Data de distribuição 28-09-2009)

Green Lantern (Data de distribuição 12-10-2009)

Catwoman (Data de distribuição 02-11-2009)

Flash (Data de distribuição 16-11-2009)

Robin (Data de distribuição 30-11-2009)

Wonder Woman (Data de distribuição 14-12-2009)

Green Arrow (Data de distribuição 28-12-2009)

Ra's Al Ghul (Data de distribuição 11-01-2010)

A colecção parece bastante interessante (mesmo para quem não acha apelativo coleccionar "bonecada", como confesso ser o meu caso) e certamente será imperdível para os fãs da DC e de algumas das mais emblemáticas personagens das histórias de super-heróis. Fica o spot televisivo para quem quiser dar uma olhadela às figuras.

http://www.planetadeagostini.pt/public/video_dc_comics/spot_dc_comics.html

Num quiosque ou papelaria perto de si.
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 10:53 da manhã
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segunda-feira, agosto 24, 2009
Suponho que não será novidade para muitos, mas deixo aqui o link para o webcomic de Warren Ellis e Paul Duffield, FreakAngels. Eu só descobri o webcomic a semana passada (sim, sou um desatento) e partilho aqui com aqueles que ainda não conheçam, para que possam lê-lo online.

http://www.freakangels.com/
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 5:53 da tarde
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quinta-feira, agosto 20, 2009

O consagrado mestre do cinema de animação Hayao Miyazaki está de volta às salas de cinema portuguesas com a sua mais recente película. Chama-se Gake no ue no Ponyo (Ponyo à Beira-Mar, na versão portuguesa) e a data de estreia em Portugal está prevista para 27 de Agosto.

Ponyo narra a história de um menino de 5 anos chamado Sosuke que vive à beira-mar com a mãe. Um dia, encontra um peixinho dourado numa garrafa a quem dá o nome de Ponyo. Mas Ponyo não é um peixe qualquer e Sosuke irá ver-se envolvido num ambiente de magia e perigo que rodeia Ponyo.

Ficam em baixo os trailers em japonês e em português para abrir o apetite aos admiradores de Miyazaki. O tema título que acompanha o trailer é de tal forma infantil que fica na cabeça e não acharia estranho se com o passar do tempo se tornasse numa popular canção infantil, como a canção da abelha Maia ou do Dartacão. :p

http://videos.sapo.pt/LyFScY5tTeoyq884M5fD

http://videos.sapo.pt/iufdpCEJ3LTYuF1q511n
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 8:50 da tarde
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E já está entalado na minha garganta há muito tempo, por isso perdoem-me, mas tenho mesmo que desabafar.
Entendam, eu não tenho nada contra demonstrações de comercialismo. Desde que devidamente justificadas, contextualizadas, e com algum bom gosto.
O exemplo abaixo não é nenhuma dessas coisas.
Mas comecemos pelo inicio. Se costumam visitar livrarias pelo menos esporadicamente, terão sem dúvida reparado que saiu um livro da Isabel Allende há uns anos, chamado Zorro, que contava uma nova versão da origem do personagem. Esta é a capa desse livro:

Até aqui, tudo bem.
Há um par de anos, a editora Dynamite obteu a licença para criar comics novos com o personagem. O projecto em questão é uma série mensal, que ainda dura, mas cuja primeira história centrava-se numa nova versão da origem do Zorro, que recolhia elementos de todas as versões anteriores. Isso inclui o livro da Isabel Allende, sim, mas não exclusivamente, nem sequer principalmente. Não é maior influência que qualquer outra versão.
Acrescento aqui que o artista é um ilustre desconhecido (que fez um excelente trabalho, aliás), mas o argumentista é um nome bastante conhecido e reputado, o Sr. Matt Wagner, conhecido por alguns trabalhos mais ou menos respeitados com o Batman, mas acima de tudo, pela sua própria série de comics à volta do personagem Grendel, que lhe valeram a fama de pioneiro dos comics independentes.
Wagner é, portanto, um nome comercialmente viável em termos de promoção.
Eis a capa da compilação dessa primeira história:

Ou seja, não só menosprezam completamente o (bom) trabalho dos autores envolvidos, como tentam deliberadamente colar-se à obra e nome de uma autora que não teve rigorosamente NADA a ver com o comic que estão a vender!
Nem queiram saber a raiva que isto me dá, juro-vos...
saí­do da mente de Luís F. Alves às 12:00 da tarde
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Deixo a sugestão do podcast sobre banda desenhada Fresh Ink. Nem sempre concordo com as críticas e sugestões, mas já me chamou a atenção para alguns títulos. Um programa curto e com actualização frequente.


Deixo aqui o link do feed: http://www.g4tv.com/attackoftheshow/podcasts/21/AOTS_Fresh_Ink.xml

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:54 da manhã
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quarta-feira, agosto 19, 2009
Está a decorrer a GamesCon 09, e a Sony revelou que em Novembro lança um digital reader para a PlayStation Portable.

O que tem isto a ver com BD? A Sony anunciou também que vão estar disponíveis (legalmente) centenas de comics da Marvel na PSP.

Ainda não há informação de quais os titulos exactos que vão estar disponíveis, mas entretanto podem ir ver umas quantas imagens de como ficam os comics na PSP.

Etiquetas: ,

saí­do da mente de Raquel às 12:48 da tarde
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terça-feira, agosto 18, 2009
O programa que vão ver apresentado no screencast abaixo é apresentado normalmente como sendo "o iTunes para comics". Na realidade, é bem mais versátil e abrangente que isso, mas a comparação é apta. O LongBox pretende realmente revolucionar o meio dos comics através de uma fácil, útil, e agradável comercialização e acesso digital, tal como o iTunes fez para a música.
Pessoalmente, acredito que pode estar aqui o futuro da industria da banda desenhada.

LongBox Digital - Pre-Beta Screencast from Rantz Hoseley on Vimeo.

saí­do da mente de Luís F. Alves às 2:56 da manhã
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quarta-feira, agosto 12, 2009




Chegou recentemente às bancas The League of Extraordinary Gentlemen - Century: 1910, o novo volume da saga vitoriana da autoria do escritor Alan Moore, acompanhado pelo habitual artísta da série, Kevin O'Neill. Este volume recém-editado é o terceiro na continuação oficial da saga (uma vez que The League of Extraordinary Gentlemen: Black Dossier é referido por Alan Moore como uma obra de ligação entre o segundo e o terceiro volumes) e o primeiro da série a ser editado pela Topshelf e pela Knockabout, após Alan Moore ter rompido com a DC na sequência de conflitos.
Comparativamente aos dois anteriores volumes, The League of Extraordinary Gentlemen - Century: 1910 não apresenta o ritmo tão característico dos romances de aventuras; é antes uma introdução que serve de transição entre os acontecimentos do segundo volume e o que se seguirá nos próximos capítulos. Neste terceiro volume da saga encontramos os membros da Liga (além de Mina Murray e de um rejuvenescido Alan Quatermain, há novos membros a descobrir) a seguirem várias pistas relacionadas com o sonho de um dos novos cavalheiros extraordinários, que aparentemente não levam a lado nenhum. Somos também introduzidos a diversas novas personagens e enredos que se formam e que, se adivinha, estarão relacionados com a narrativa principal.
The League of Extraordinary Gentlemen - Century: 1910 serve principalmente como aperitivo para os fãs da saga, deixando antever alguns eventos que terão lugar no volume seguinte mas pouco revelando sobre como se irá desenvolver a narrativa. Se qualquer dos dois anteriores volumes continha uma história que se podia ler por si só, este terceiro volume é uma ponta solta que apenas fará sentido com o que se seguirá. Alan Moore mantém o seu registo de escrita repleta de elementos referenciais e a arte de Kevin O'Neill mantém o mesmo aspecto algo tosco. É acima de tudo um volume que irá deixa ansiosos os fãs da saga.
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 6:15 da tarde
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terça-feira, agosto 11, 2009

Hoje em dia, é algo raro eu ser surpreendido por um comic. Mas há coisa de duas semanas, quando decidi ler este só porque vi o título associado a uma boa crítica (nem sequer li a crítica, por isso só sabia mesmo que era positiva, mais nada), foi precisamente o que aconteceu.
O inicio da história é mais ou menos o que eu esperava. Mais um conto onde os brinquedos ganham vida quando ninguém os vê, a personalidade deles é mais ou menos aquela que esperamos de cada brinquedo em particular, etc.. Nada de muito original.
A história começa quando, em 1944, um rapaz é raptado da sua cama por um monstro saído da escuridão do seu armário. Esse monstro, é-nos dito, é o Boogeyman, o mítico Papão. E os valentes brinquedos, acompanhados pelo fiel cachorro, decidem aventurar-se no Escuro para salvar o seu dono.
E aqui a coisa começa a tomar contornos diferentes do esperado. Para já, a arte, cujo estilo pareceria em princípio mais adequado a ilustrações de livros infantis, é neste caso usada sequencialmente de forma irrepreensível.
Para além disso, o tom da história, e mesmo a caracterização dos personagens, depressa se revelam mais negros do que seria previsível. Os brinquedos têm as personalidades que associariamos a cada um, sim, mas com isso vem também o lado negro dessas personalidades, algo não muitas vezes explorado. Não vou estragar as surpresas, mas digo só que há um traidor no grupo, por uma razão perfeitamente lógica, e que nem todos os brinquedos decidem aventurar-se a salvar o dono.
Ao entrarem no Escuro, os brinquedos deixam de ter o aspecto habitual, e transformam-se em versões de si próprios em carne e osso, e caem imediatamente num cenário de guerra, em que os exércitos do Papão, compostos por brinquedos rejeitados, se envolvem numa batalha sangrenta com os nossos protagonistas.
E não vou contar mais da história. Basta dizer que para lá do lado fantástico da história, há um lado bem mais sério e pesado, e que a data escolhida permite estabelecer paralelos com acontecimentos simultâneos no Mundo Real.
Valeria a pena ler este comic nem que fosse só para mostrar como nem sempre é a originalidade do conceito de base que interessa, mas sim a maneira como esse conceito é usado.
Mas felizmente, o comic transcende esse tipo de considerações. Vale a pena lê-lo, sim. Mas porque é realmente bom.
saí­do da mente de Luís F. Alves às 12:48 da manhã
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segunda-feira, agosto 10, 2009
(Este texto é um crosspost do Armário das Calças, as minhas desculpas a quem já o leu.)

Bom, uma vez que já quase todos os fundadores estão por lá, acho que já se pode divulgar isto.
Quando a workshop de BD dada pela Kingpin Books (ou pelo Mário Freitas, se preferirem) terminou, todos nós que a frequentámos manifestámos interesse em continuar não só em contacto pessoal, mas também em continuar a partilhar e comentar os nossos trabalhos.
Ocorreu-nos que seria boa ideia criar um fórum online para mostrarmos as nossas coisas, e para falarmos do que nos apetecer.
A parte dos nossos trabalhos, bom, essa fica fechada só mesmo para os frequentadores da workshop. Mas o resto está aberto ao público. Até ver, o tema mais recorrente nas discussões é a banda desenhada (logicamente), por isso quem se interessa por BD está convidado a passar por lá, e a falar do que quiser.
O fórum, pelo menos para já, chama-se Kingpin Alumni, e está aqui.
E quem não se interessar por BD está convidado na mesma, não acredito é que fique por lá muito tempo…
saí­do da mente de Luís F. Alves às 9:31 da tarde
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quarta-feira, agosto 05, 2009
No âmbito do workshop organizado pela Kingpin, escrevi um artigo sobre Winsor McCay. O artigo foi colocado online no blog da Kingpin. Tal como o Jorge me sugeriu, aqui deixo o link para esse artigo, para aqueles que queiram conhecer melhor a vida e a obra de Winsor McCay.

http://kingpinbooks.blogspot.com/2009/07/workshop-winsor-mccay.html
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 9:19 da tarde
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Na semana passada, partilhei com uns amigos a lista das duas colecções de banda desenhada que saíram com o Correio da Manhã em 2003 e em 2005. Acho que poderá haver mais pessoas interessadas em saber qual a lista completa das duas colecções, caso ainda queiram coleccionar estas obras. Infelizmente, hoje em dia só se deve conseguir encontrar estas obras em alfarrabistas e mesmo assim, será difícil encontrar todas. A todos aqueles que lerem este post, caso saibam de locais onde qualquer destas obras possa estar à venda, partilhem essa informação deixando um comentário a este post.

Clássicos de Banda Desenhada Correio da Manhã (2003)

1) Lucky Luke – Saiu a 4 de Outubro de 2003

2) Pato Donald – Saiu a 5 de Outubro de 2003

3) Corto Maltese – Saiu a 12 de Outubro de 2003

4) Mafalda – Saiu a 19 de Outubro de 2003

5) Homem-Aranha – Saiu a 26 de Outubro de 2003

6) Super-Homem - Saiu a 2 de Novembro de 2003

7) Mickey - Saiu a 9 de Novembro de 2003

8) Quarteto Fantástico - Saiu a 16 de Novembro de 2003

9) Tintim - Saiu a 23 de Novembro de 2003

10) Demolidor - Saiu a 30 de Novembro de 2003

11) Conan - Saiu a 7 de Dezembro de 2003

12) Manara - Saiu a 14 de Dezembro de 2003

13) X-Men - Saiu a 21 de Dezembro de 2003

14) Prado - Saiu a 28 de Dezembro de 2003

15) Tarzan - Saiu a 4 de Janeiro de 2004

16) Batman - Saiu a 11 de Janeiro de 2004

17) Moebius - Saiu a 18 de Janeiro de 2004

18) Blueberry - Saiu a 25 de Janeiro de 2004

19) Popeye - Saiu a 1 de Fevereiro de 2004

20) Flash Gordon - Saiu a 8 de Fevereiro de 2004


Clássicos de Banda Desenhada Correio da Manhã – Série de Ouro (2005)

1) Capitão América - Saiu a 26 de Junho de 2005

2) Batman - Saiu a 3 de Julho de 2005

3) Quarteto Fantástico - Saiu a 10 de Julho de 2005

4) Mónica - Saiu a 17 de Julho de 2005

5) Elektra - Saiu a 24 de Julho de 2005

6) Star Wars - Saiu a 31 de Julho de 2005

7) Wolverine - Saiu a 7 de Agosto de 2005

8) Tex Willer - Saiu a 14 de Agosto de 2005

9) Homem-Aranha - Saiu a 21 de Agosto de 2005

10) Ric Hochet - Saiu a 28 de Agosto de 2005

11) Surfista Prateado - Saiu a 4 de Setembro de 2005

12) Spirou - Saiu a 11 de Setembro de 2005

13) Super Homem - Saiu a 18 de Setembro de 2005

14) Garfield - Saiu a 25 de Setembro de 2005

15) Michel Vaillant - Saiu a 2 de Outubro de 2005

16) Gaston - Saiu a 9 de Outubro de 2005

17) X-Men - Saiu a 16 de Outubro de 2005

18) José Carlos Fernandes - Saiu a 23 de Outubro de 2005

19) Taniguchi - Saiu a 30 de Outubro de 2005

20) Hulk - Saiu a 6 de Novembro de 2005
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 8:20 da tarde
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