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terça-feira, novembro 17, 2009

A associação de Grant Morrison à personagem da amazona Diana não é nova e já se tinha falado da possibilidade do argumentista escocês escrever uma história de Wonder Woman. Mas a fazer fé no que Rich Johnston escreveu ontem no website bleedingcool.com, a possibilidade poderá tornar-se probabilidade com a entrada em cena do artista Ethan Van Sciver.


Johnston refere que o formato seria semelhante ao de Batman & Robin, de Morrison e Frank Quitely, ilustrando Van Sciver o primeiro arco narrativo, cedendo depois os lápis a outros artistas. A concretizar-se, seria um título a gerar imensa expectativa, tendo em conta a singularidade do estilo a que Grant Morrison habituou os leitores.


Fica em baixo o link para lerem as palavras de Rich Johnston.


http://www.bleedingcool.com/2009/11/16/grant-morrison-and-ethan-van-scivers-wonder-woman/
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 10:02 da tarde
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Preacher, criado por Garth Ennis e Steve Dillon, irá ser finalmente adaptado ao cinema por Sam Mendes. Até aqui, nada de novo. Mas numa entrevista a John Cusack no site io9, fica a suspeita de que ele se pode estar a fazer ao papel de Jesse Custer. Deixo o link para vocês tirarem as vossas conclusões.



http://io9.com/5398476/could-john-cusack-be-vying-for-the-preacher-film



Talvez eu não seja o único a pensar isto, mas tendo em conta a fisionomia de Jesse Custer na banda-desenhada de Garth Ennis e Steve Dillon, o actor mais parecido com Jesse seria...Johnny Depp.
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 8:10 da tarde
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terça-feira, novembro 10, 2009


A propósito da vinda recente de Karl Kerschl a Portugal, por ocasião do FIBDA, aproveitei para reler por inteiro a participação dele no Wednesday Comics, a minha favorita de todo o projecto.

O Wednesday Comics, para quem não sabe, foi uma série semanal em 12 números, lançada pela DC Comics, impressa em papel e tamanho de jornal, com histórias de vários personagens, contadas em capítulos de duas páginas. A ideia era reproduzir o efeito das antigas tiras de jornal, que nos EUA ocupavam uma página inteira aos domingos, mas dar-lhes um contexto moderno.

Alguns dos autores optaram por uma abordagem mais clássica, outros aproveitaram o formato para experimentação visual e narrativa. Nem todos foram bem sucedidos, mas quase todas as histórias tiveram algum ponto de interesse.

A Kerschl e ao seu colega Brenden Fletcher coube criar uma história do Flash, e em termos de abordagem, usaram um misto das duas, alternando um storytelling clássico com construção de página e temática mais experimental, passando inclusive pela divisão frequente da página em duas, com a metade superior atribuída ao protagonista, e a metade inferior entregue a outro personagem.

A história começa com o Flash a enfrentar o Gorilla Grodd que quer fazer… alguma coisa… Enquanto Iris West, a mulher do Flash, o deixa, despedindo-se com uma das tradicionais cartas usadas nessas ocasiões. Quando o Flash chega a casa, depois de aparentemente derrotar o vilão, encontra a carta, e decide voltar 10 minutos atrás no tempo, para chegar a casa a tempo de impedir Iris de o deixar. Só que ao fazê-lo, não só está a potenciar o verdadeiro plano de Grodd, como se encontra a ele mesmo, uma versão que ainda não tinha feito a viagem para 10 minutos antes. Ambos decidem trabalhar em conjunto, um para deter Grodd, outro para deter Iris.

Não vou descrever a história toda, basta dizer que as alterações à realidade e viagens no tempo depressa se multiplicam, de tal forma que rapidamente há umas boas dezenas de Flashes a trabalhar em conjunto. E a confusão é tão grande que, honestamente, a história não me pareceu fazer sentido nenhum. Achei-a bem executada, sem dúvida, e extremamente divertida, mas a lógica interna parecia estar a ser tratada com o mesmo descaso com que o Flash tratava a integridade do Contínuum Espaço-Temporal só para impedir que a mulher o deixasse.

Ao reler a história confirmei a minha impressão inicial. Não faz qualquer sentido. E não só constatei que isso é parte do que me atrai na história, como concluí que não é SUPOSTO fazer sentido, porque o motor da história é a necessidade central do protagonista, e essa vai contra qualquer lógica literal. Diria mesmo que essa necessidade é impulsionada pela falta de lógica.

O propósito da história é a reconciliação do Flash com a mulher. A história é feita das desesperadas tentativas dele impedir que ela o deixe, custe o que custar. O Flash não o diz literalmente, mas poderia tê-lo dito (e em última análise, acho que é isso que realmente gosto neste trabalho):

“Não me interessa que o Contínuum Temporal seja destruido, ou que o vilão ganhe, ou seja o que for. Nada disso interessa. O que me interessa és tu, e recuso-me a perder-te.

“Porque o Universo não faz sentido sem ti.”
saí­do da mente de Luís F. Alves às 12:20 da tarde
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segunda-feira, novembro 09, 2009






Não é novidade que a Bélgica é um país de grande importância quando se fala de banda desenhada. Desde autores como Hergé e E.P. Jacobs, até Morris ou François Schuiten, assim como inúmeras personagens célebres, o contributo belga é de tal forma significativo que até serviu para cunhar a expressão banda desenhada* franco-belga.

Mas para além dos autores e histórias, a Bélgica decidiu "emoldurar" ainda mais a sua ligação à banda-desenhada, fazendo da sua capital uma cidade intrinsecamente acolhedora da chamada 9ªArte: para além do museu dedicado à banda desenhada, Bruxelas apresenta também vários murais espalhados pela cidade com célebres personagens de bd (maioritariamente franco-belgas, é verdade). Têm até um passeio turístico que percorre a rota dos murais! A maioria dos murais foi concebida de modo a que as personagens pareçam estar a interagir com/no edifício em que estão, produzindo o efeito trompe l'oeil (ilusão de óptica) - em alguns, parece mesmo que as personagens estão realmente a subir escadas dos prédios onde foram pintadas, a entrar por portas ou janelas, ou a ser vítimas da queda de um objecto (como podem ver pelas imagens em cima).

Goste-se ou não do género de bd franco-belga, há que dizer que é admirável a dedicação à 9ªArte daquela que é, não apenas uma das principais capitais europeias, mas também a cidade sede da União Europeia!

Deixo em baixo o link do site da cidade de Bruxelas, onde poderão encontrar a lista dos autores e personagens patentes em cada mural (na coluna que diz Character, carregando no nome das personagens, pode ver-se a foto do mural), o nome da rua na qual está cada um e o mapa com a rota dos murais (no fim da lista de autores e personagens, há um link que diz Pictures of the Comic Book Route que permite ver, a partir das fotos dos murais, a ordem de passagem por cada um deles).

http://www.brussels.be/artdet.cfm/5316



*Estou aqui a usar banda desenhada como a expressão da língua portuguesa para designar a arte sequencial de contar histórias através de desenhos, balões e caixas de texto no seu geral, abstendo-me de qualquer oposição bande-dessiné vs. comics.
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 7:36 da tarde
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sábado, novembro 07, 2009
Reli o "Batman: the Killing Joke".
Uma história simples e completa sobre o confronto do Joker com o Batman. Alan Moore, Brian Bolland e John Higgins apresentam uma banda desenhada com texto e arte sólida.
Recomendado.

Bom fim-de-semana
Jorge

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 3:15 da tarde
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quinta-feira, novembro 05, 2009







Descobri recentemente o blog do artista argentino Enrique Alcatena, que ele faz questão de ir actualizando regularmente com exemplos da sua arte.


Para quem não o conhece, Alcatena é um artista de banda desenhada argentino, que se tornou famoso no seu país na década de 1980, através de trabalhos nas revistas Skorpio e Nippur. Na década de 1990, trabalhou para a DC, Marvel e Dark Horse, sendo o artista argentino mais bem sucedido a fazê-lo. De Batman,Fantastic Four ou Judge Dredd, passando por histórias do domínio do fantástico, steampunk e surrealismo, são várias as personagens e imaginários aos quais Alcatena deitou o lápis. Entre as marcas distintivas do artista, encontram-se a experimentação com vinhetas e a ilustração das margens das páginas com motivos pertinentes à narrativa, conferindo um efeito de emolduramento das vinhetas nas quais decorre a acção (deixo à vossa apreciação se este efeito distrai o leitor da acção ou se contribui para intensificar o ambiente).


Aproveito para agradecer a Enrique Alcatena a autorização que gentilmente me deu para publicar estas imagens e deixo aqui o link para o seu blog.


http://quiquealcatena.blogspot.com/
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 6:47 da tarde
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Conteúdo © Copyright 2006 Jorge Amorim, R e (Phi)lipe. Todos os direitos reservados.
As imagens usadas são propriedade dos respectivos donos.
Icons por Kevin Potts.