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quarta-feira, julho 27, 2011


O facto de ter revisto recentemente a série de animação dos X-Men (ver post anterior) despertou-me mais curiosidade em ler histórias dos mutantes do que aquilo que eu lhes ligava. Tenho lido algumas narrativas mais antigas (do Chris Claremont) e também me estou a colocar a par do que vem sendo feito nos últimos anos (Nation X). A mais recente que li é a narrativa X-Men: Curse of the Mutants, escrita por Victor Gischler e ilustrada por Paco Medina.

Um vampiro faz-se explodir numa praça pública de São Francisco e contamina várias pessoas com o seu sangue - incluindo Jubilee. Os X-Men descobrem que quem está por detrás do atentado é Xarus, filho de Dracula, que tomou o lugar do pai como soberano dos vampiros e chegou a São Francisco com as suas tropas de sugadores de sangue. A intenção de Xarus é clara: o domínio completo. Para isso, os seus subordinados vão convertendo cada vez mais pessoas em vampiros, aumentando as legiões de Xarus em milhares de indivíduos. Xarus oferece aos X-Men a oportunidade de se juntarem a ele. Como é óbvio, os mutantes recusam e, auxiliados por Blade, iniciam então o confronto contra os vampiros. Para complicar as coisas, Jubilee e Wolverine são convertidos em vampiros e irão lutar contra os seus antigos companheiros...

X-Men: Curse of the Mutants é o que promete: um blockbuster de acção e sangue a jorros. Diga a Marvel o que disser, é óbvio que a presença de vampiros na narrativa é para aproveitar a moda dos sugadores de sangue que se vive na cultura popular actualmente (já o mesmo havia sido feito com X-Men: Necrosha). No entanto, contrariamente ao que se poderia supor, a narrativa não é má de todo e propicia um bom entretenimento. Gischler dá uns toques e tem o mérito de conseguir alguns bons diálogos.

Recomendado para aqueles que estiverem interessados em ver mutantes e vampiros a chegarem a vias de facto.

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saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 8:18 da tarde
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6 Comentários:
Hmmm das sagas recentes dos X-Men, esta terá sido a mais fraquinha. Não sou fã de vampiros e achei tudo nesta história muito sem sabor para dizer a verdade. A única que me agradou sinceramente foi a que se focou nos membros do X-Club onde vimos Emma Frost e Dr. Nemesis no seu melhor.

Necrosha já gostei bastante, em tons Dark mas sem cair no misticismo barato, com uma historia interessante, bom desenvolvimento de personagens e importância para a historia. Já o Curse of the Mutants tirando o facto da Jubilee ter virado vampira, nada foi acrescentado ou modificado.

Saí­do da mente de Blogger ψ Psimento ψ, às 12:30 da manhã

 
ψ Psimento ψ, sei da existência do Necrosha, mas ainda não li. Será um dos próximos.

Confesso-te que, do que li de X-Men recentemente, o que mais gostei foi o Wolverine: Weapon X, do Barry Windsor-Smith. Não o acho uma obra-prima, mas é uma boa narrativa e tem impacto a desumanização do Wolverine: de humano mutante é reduzido a um animal que querem controlar como se fosse uma máquina. Humano, mutante, animal, máquina - conceitos interessantes quando misturados numa mesma personagem. ;)

Já agora, leste o Days of Future Past? Consta-me que é uma das melhores histórias de X-Men, mas ainda não li. O único contacto que tive com essa narrativa foi nos dois episódios com o mesmo nome, na primeira temporada da série de animação de que falei no post anterior.

Saí­do da mente de Blogger Nuno Miguel Lopes, às 2:23 da tarde

 
A nível de X-Men se não li tudo, li quase tudo. O Days of Future Past é muito antigo. Os X-Men da agora já em nada têm a ver com os de antigamente pois tiveram uma evolução necessária para acompanhar os tempos actuais. Apesar de ser uma obra prima engloba toda uma conceptualização já ultrapassada. Days of Future Past é bom na minha opinião por ser o clássico que é, mas não melhor do que a saga da Phoenix.

Saí­do da mente de Blogger ψ Psimento ψ, às 6:24 da tarde

 
O Days of Future Past é um classico e tambem serviu de inspiração para o 1 X filme nos cinemas,os X-men tentam impedir o um futuro pós apocalitico no qual o sentinelas tomam o poder e apenas uma heroina os pode impedir.
Tambem vale a pena os NEW X-Men por Morrison e os Astonishing X-Men do Whedon/Cassady e o 1 encontro com a Tropa Alfa que saiu num dos Classics Marvel HC.

Saí­do da mente de Blogger Optimus Prime, às 7:49 da tarde

 
Já li todos :)

Saí­do da mente de Blogger ψ Psimento ψ, às 3:15 da manhã

 
ψ Psimento ψ, estou a ver que é contigo que devo falar cada vez que tiver alguma questão em relação aos X-Men. ;)
A saga da Phoenix não me encheu as medidas (vê o meu comentário no post anterior), mas o Days of Future Past desperta-me curiosidade - mesmo sabendo que já é uma espécie de fóssil na "carreira" dos X-Men. :p

Optimus Prime, os X-Men do Whedon e do Morrison já os tenho debaixo de olho (mesmo eu não sendo um grande fã do Morrison). Até porque adoro a arte do Cassaday e a do Quitely (embora eu saiba que ele não foi o único artista de New X-Men)!

Saí­do da mente de Blogger Nuno Miguel Lopes, às 11:59 da manhã

 

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