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quinta-feira, outubro 30, 2014

saí­do da mente de Jorge Amorim às 1:30 da tarde
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quinta-feira, outubro 23, 2014

saí­do da mente de Jorge Amorim às 1:57 da tarde
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quinta-feira, abril 11, 2013

saí­do da mente de Jorge Amorim às 7:37 da tarde
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segunda-feira, março 25, 2013
Todos os que aqui passam regularmente sabem que sou um fã do Grant Morrison, do autor e da personagem que ele apresenta ao público. Mas agora que li a run completa dele no Action Comics tenho de dizer: não gostei, não recomendo.



Tem partes boas, mas como um todo soa a repetições de ideias dele. Uma má cópia dele próprio ou um careca em modo automático? Vai lá descansar as ideias e volta melhor.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:47 da manhã
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sexta-feira, março 22, 2013
Há personagens que me chamam a experimentar novos títulos. Simplesmente porque adoro a ideia que tenho delas, nem é por nenhuma história em especial. Aqui nem me interessou quem escreveu ou quem desenhou. Constantine, para mim, é uma dessas personagens charmosas até ao tutano. Agora voltou a fazer parte do universo de super-heróis da DC mas para já ainda não está em team-up com o batman ou o super.



A história de "Constantine #1" é apenas média (vale a leitura e não a compra), mas voltarei ao número 2. Não aparenta ter sofrido por perder a marca "Vertigo" ou por ter mudado de nome (a série anterior chamava-se Hellblazer e esta história podia estar lá). Apresenta a personagem bem a um novo leitor e conto que seja de qualidade crescente (apenas um palpite).

Fica a nota pessoal, a DC Comics está a passar uma má fase e dentro do panorama atual talvez este seja um título a manter debaixo de olho e poderá servir para trazer antigos leitores ao universo do "New 52".
saí­do da mente de Jorge Amorim às 7:42 da tarde
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quarta-feira, março 13, 2013
Uma morte em comics tem pouco valor, chega um autor diferente e a qualquer altura ressuscita uma personagem ou apaga-a da existência. Pura magia da ficção e um recurso excelente para as empresas ganharem dinheiro com isso.

O truque é anunciar a morte com antecedência para haver muitas encomendas do comic antes dele estar à venda, depois é "milk the cow" e fazer dezenas de comics pós-morte. Para a Editora matar uma personagem  é ganhar dinheiro, para o leitor é gastar dinheiro.



Claro que a morte pode estar bem escrita e até fazer sentido numa dada história, normalmente o pior vem depois. No Amazing Spider-Man 400 morreu a Tia May, a história foi intensa mas uns anos depois descobrimos que afinal era uma actriz preparada pelo Norman Osborn (!?!?). Capitão América morreu e voltou. Super-Homem morreu e voltaram quatro (!?!?). Que fixe, no fundo todos eles melhoram rapidamente a sua saúde.

A atual situação na Bat-família só faz sentido no contexto do "Batman Inc", nos outros títulos dá origem a "Requiem". Batman 18 deste mês foi fraquíssimo e previsível. A ver o que sai do resto da história...

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 3:47 da tarde
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quinta-feira, março 07, 2013




Dan Slott está a escrever um "Superior Spider-Man" mais interessante que o seu "The Amazing Spider-Man", suponho que como escritor esteja com carta branca para explorar novas direcções e é certo que isto motiva qualquer profissional. A personagem não é a mesma, o tom está diferente, mas as histórias têm sido mais interessantes (menos o "fantasminha" do anterior).

Experimenta ler os cinco números que já foram lançados e tece a tua opinião.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:18 da manhã
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quinta-feira, janeiro 24, 2013

(ontem apresentámos a primeira parte da entrevista com o Mário Freitas, aqui está a segunda parte)



4. E o que é que o futuro reserva mais para o Super Pig? Não quisemos pedir à Maya para ver nas cartas, mas gostávamos de ter alguma ideia mais concreta do que vai ser o "Impaciente Inglês".

Vai ser uma grande história, não tenho qualquer dúvida, e não me refiro à extensão do álbum :D
Imaginem que os últimos 4 séculos de História de um país estavam afinal ligados a um artefacto místico shakespeariano e que, por razões que obviamente não revelarei aqui, esse artefacto místico poderá eventualmente estar perdido ou escondido algures na Fundação Calouste Pig.  Agora imaginem que nada disto tem, remotamente, a ver com narrativas balofas estilo “Código DaVinci”, que era iminentemente um page-turner sem qualquer brilho literário ou preocupação com o desenvolvimento das personagens. Em “O Impaciente Inglês”, vou aprofundar o relacionamento do Pig com os restantes administradores da Fundação e a importância crescente que ele começa a assumir, se calhar para desagrado de alguns dos seus colegas. Destapo igualmente alguns dos segredos do velho Calouste e aproveito para traçar um paralelismo pouco subtil entre as relações pais-filhos e a tutela histórica de Inglaterra sobre Portugal. E quem será o tal “Impaciente Inglês”, no meio de tudo isto? Bem, quando começarem a ler o livro, a lógica certamente ditará que seja aquele cavalheiro de cartola, enviado pela corte inglesa para negociar com a Fundação, ou não se chame ele Lord Kent Waite...

Neste livro, assumi ainda um risco que, tenho plena noção, levantará alguma celeuma e me custará uma série de observações pouco simpáticas: todos os diálogos entre personagens históricas inglesas estão em inglês. Inicialmente, tentei pô-los a falar português, mas a coisa não me estava a soar nada bem, nada natural, sobretudo com figuras tão marcantes e tão idiossincráticas como Churchill ou Oscar Wilde. Por isso optei por um livro bilingue, parcialmente em português e parcialmente em inglês, que reforce o feeling fracturante que quero conferir à história. Porque toda é ela é feita de fracturas, de antagonismos: o conservadorismo britânico versus o novo impulso modernizador da Fundação liderado pelo Pig; o misticismo do artefacto shakespeariano versus a tecnologia de ponta do neuromarketing; as decisões dos pais versus o impacto sobre os filhos; enfim, e outros em que certamente irão reparar.


5. Sabemos que o mercado de BD em Portugal é limitado. O que te motiva a fazer BD em Portugal?

Paixão pela banda desenhada e a plena convicção que consigo fazer bem ou ajudar a fazer bem. Acho que nunca houve grandes editores em Portugal, até porque a nossa língua tem esta malapata muito particular de ter a mesma palavra para a pessoa que publica e para a pessoa que edita. Por cá, acha-se geralmente que o editor é a pessoa que paga a edição e mais nada, e não há nada de mais falso nisso. Eu costumo dizer que eu sou um editor, na medida que sou a pessoa que supervisiona todo o processo e intervém quando e sempre que julga necessário, e não um mero publicador que se limita a receber o material dos autores, sem qualquer outra intervenção. 

Nesse sentido, tenho tido a honra e a felicidade de me rodear de alguns dos melhores autores portugueses, porque é sempre com os melhores que prefiro trabalhar. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, os melhores são sempre aqueles mais acessíveis e mais dispostos a ouvir sugestões de um editor e são sempre aqueles mais capazes de continuar a evoluir. Por oposição, a BD nacional está cheia de gente medíocre e sem um pingo de talento, que se ressente e ofende à mais pequena observação e que são incapazes de evoluir um milímetro ao longo de anos e anos de penosas tentativas. Querem nomes? Lamento, mas vou dar uma de Octávio Machado e dizer apenas “Vocês sabem de quem eu estou a falar...”.

Do ponto de vista autoral, sinto que tenho histórias interessantes para contar e coisas interessantes para dizer e a Banda Desenhada é o meio que escolhi para o fazer.




6. E para quando uma edição em Inglês do Super Pig?

Espero que para o ano, porque não? Conto que os dois álbuns a lançar este ano terão qualidade e abrangência mais do que suficiente para entrarem no mercado externo, nomeadamente no anglo-saxónico. O “Impaciente Inglês”, em particular, estará decerto muito próximo do imaginário britânico, tenham eles capacidade para engolirem algumas verdades chocantes que revelarei sobre figuras históricas que, presumo, lhes sejam muito gratas. O facto de parte do livro ir ser logo publicado em inglês vai ajudar certamente a esse processo.

Os nossos agradecimentos ao Mário pelo seu tempo e pelas suas respostas.

Enquanto esperam pelo lançamento dos novos álbuns, vão à Kingpin Books e comprem SUPER PIG - LIVE HATE.

saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:39 da tarde
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quarta-feira, janeiro 23, 2013

“Roleta Nipónica” e “O Impaciente Inglês", os dois novos álbuns do SUPER PIG previstos para este ano, são o mote para conversarmos com Mário Freitas, um dos mais activos nomes da banda desenhada (BD) em Portugal. Se ainda não o conhecem, é fundador da livraria e editora de BD Kingpin Books, argumentista, arte-finalista, legendador e editor, e é também o criador e dinamizador do festival de BD e cosplay AniComics. Fora isso, é um excelente e inteligente comunicador, que disponibilizou o seu tempo para nos responder a algumas perguntas.



1. Já se passaram uns bons anos desde o lançamento do primeiro Super Pig. O que tens feito como autor de banda desenhada entretanto?

A aperfeiçoar as minhas competências, de modo a que consiga fazer bem o maior número possível de coisas dentro da BD. A experiência e algum arrojo ensinam-nos muita coisa. Às vezes temos de ser um bocadinho arrojados para começarmos a fazer coisas que inicialmente não dominamos, mas é assim que forçamos a libertação dos talentos naturais que sentimos que existem dentro de nós. Tenho editado muita BD e intervindo sempre nos livros em diferentes qualidades, desde legendador e colorista até designer, e isso tem-me conferido uma visão cada mais transversal do processo criativo. Paralelamente, escrevi várias histórias curtas e tenho vindo a desenvolver e a cimentar as ideias que começarão a ver este ano a luz do dia, com a publicação expectável dos dois álbuns de que falaremos a seguir.


2. Quais os desafios como argumentista que estão presentes no processo criativo destes novos álbuns do Super Pig?

O principal desafio, sempre, é contar uma boa história que agarre o leitor e que, preferencialmente, o faça voltar mais tarde ao livro para descobrir detalhes que não tenham sido evidentes numa primeira leitura. Depois, há sempre uma série de temas que me são gratos e que acabo, às vezes até inconscientemente, por incluir nas histórias que escrevo. Sabem que eu tenho uma certa aversão à banalidade, ao excesso de padronização, aos dogmas e aos anacronismos... As minhas histórias acabam por reflectir esse meu combate pela afirmação do indivíduo e das individualidades enquanto catalisadores da mudança e da inovação, sobretudo mental. Não é por acaso que o Super Pig se move no seio de uma fundação futurista, mas que está ela própria minada por administradores envelhecidos e acomodados, aparentemente resignados a um status quo que castra a criatividade e incentiva ao conformismo e à conformidade.

Em termos narrativos, acredito que estes novos álbuns reflectem o meu amadurecimento enquanto argumentista e qualquer um deles tem uma coisa que era, quanto a mim, a principal lacuna no “Live Hate” - coesão. O “Live Hate” foi, na prática, a compilação de duas histórias diferentes contadas ao longo de quatro fascículos. Num dos casos, senti que apressei demasiado a conclusão, no outro acabei por não oferecer uma conclusão efectiva, embora eu tenha uma visão particular sobre isso: na vida real, nem tudo de resolve, nem tudo se esclarece, e ficam sempre pontas soltas por resolver. De qualquer das formas, se o nosso protagonista e a opinião pública ficaram no escuro quanto à identidade do Senhor Medonho, o mesmo não se passou com os leitores, que foram cabalmente esclarecidos sobre esse mistério.



Já a “Roleta Nipónica” e “O Impaciente Inglês” são histórias fechadas e com conclusões definidas, embora sejam álbuns totalmente distintos em termos de conteúdo e até em termos de estilo. A primeira é uma aventura em 48 páginas, descomplexada e despretensiosa, em que tiro partido do dinamismo visual e da capacidade narrativa ímpar do Osvaldo Medina. Eu tinha escrito esta história em 2007 e a ideia original era isto ser uma espécie de “Pig Manga”, até por causa das artistas então envolvidas, a Gisela Martins e a Sara Ferreira. Felizmente, mesmo após estes anos, elas continuam ligadas ao projecto e estão a fazer as tramas a cinza sobre a arte do Osvaldo, o que está a conferir um look curiosamente oriental às páginas, até pelo estilo de marginação que decidi adoptar para este livro. Por isso, se têm curiosidade em ver o Calouste Pig, pai do Super, a enfrentar uma joint-venture da Máfia dos leitões com a Yakuza, este livro é para vocês. Ah e faltou dizer que tudo isso se passa no longínquo ano de 1978, dia da geminação de Aveiro com a cidade japonesa de Oita. É uma visita ao passado, mas cheia de dicas e pistas para o presente e futuro do nosso protagonista e que serão um desafio para os leitores mais atentos.

Por sua vez, “O Impaciente Inglês” é um tour de force de 88 páginas e formato um pouco maior, que me levou a pesquisar com afinco a vida e obra de tão ilustres figuras como a Rainha Isabel I de Inglaterra, John Milton, Oscar Wilde e Winston Churchill. É um cocktail explosivo que mistura rituais holísticos, neuromarketing, HeliPigs movidos a pás de laser e até uma partida de squash realizada no court privado da distinta Fundação Calouste Pig. O André Pereira (aka Robô Independente) anda a desenhar tudo isto com recurso à sua fértil imaginação, excepto quando o obrigo a desenhar carros ou vivendas em perspectiva, coisa que, aparentemente, o faz rogar-me pragas.



3. Já conhecemos o Osvaldo, mas o que nos podes dizer mais desse novo artista responsável pelos desenhos do “Impaciente Inglês”?

O André foi uma das minha descobertas no AniComics. Ele participou no concurso de BD e ficou oficiosamente em 2º lugar, e o estilo dele fez-me logo lembrar uma mescla de alguns dos meus artistas favoritos, nomeadamente o Frank Quitely e o JM Ken Nimura. Isto coincidiu com a indisponibilidade crescente do GEvan.. para se dedicar ao livro, pelo que acabei por convidar o André a desenhar o Pig, o que ele aceitou com muito agrado depois de ouvir as minhas ideias para a história.

Ficou a faltar um colorista, mas isso ficou resolvido mais uma vez com recurso a um artista revelado no último AniComics. O Bernardo Majer tinha ganho o concurso do AniComics e voltou a repetir a proeza mais recentemente no Amadora BD. Aquando do AniComics, tive oportunidade de falar com ele e dizer-lhe que precisava de solidificar o trabalho de cor, criando sobretudo mais contraste na imagem. Quando vi o trabalho mais recente dele, fiquei impressionado com a evolução exponencial que as cores dele tiveram e convidei-o imediatamente. O Bernardo é um excelente artista, muito estilizado e personalizado, e as cores dele complementam na perfeição o traço do André, que é muito elegante, muito fluido. Além disso, o André é um belíssimo narrador visual e consegue dinamizar qualquer simples cena de conversa entre personagens. Desde muito cedo, dei-lhe bastante liberdade nos layouts e ele tem-se saído de forma admirável.

(a segunda parte da entrevista será publicada amanhã)
saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:10 da tarde
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terça-feira, janeiro 22, 2013
Durante o dia de amanhã vem conhecer a "roleta nipónica", "o impaciente inglês"... e a mente que tem arquitectado tudo isto (e muito mais). Algo que vai interessar a todos os leitores de boa banda desenhada.



saí­do da mente de Jorge Amorim às 7:21 da tarde
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sexta-feira, janeiro 18, 2013
Em Punisher - War Zone # 3, o Thor decide ter uma conversa a sério com o Frank. Leva-o para um sítio isolado, colocam as armas de parte, bebem cerveja e conversam. Todos os leitores sabem que o Thor é de um nível de poder tão superior que podia partir o Punisher em meio segundo, mas opta por uma conversa justa, direta e deixa a personagem a pensar.



É uma ideia que gostei bastante de ler e quero partilhar aqui no blog.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 1:50 da tarde
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quinta-feira, janeiro 17, 2013
O Joker é chanfrado, completamente apanhado da cabeça e um génio doentio. Ganha logo uma série de pontos como principal vilão do Batman, cujo lado racional é tão forte. Qualquer tentativa para descortinar um plano deste vilão é uma profunda desilusão, a mente desconexa dele pensou algo completamente pior. Acompanhem a saga actual nos comics do Batman "Death of the Family" e vejam do que eu falo.

Excelente arte do Capullo.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:07 da tarde
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sexta-feira, dezembro 21, 2012
Por esta altura já quase todos sabem o que vai acontecer, mesmo assim aviso que vou revelar pormenores da história.

SPOILERS!!!!
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Argumento
Doctor Octopus antes de morrer trocou a sua mente com o corpo do Peter Parker e este comic são os últimos minutos de vida do corpo do Doctor Octopus (com a mente do Peter Parker) a lutar para recuperar o seu corpo... E falha! Doctor Octopus fica com o corpo do Homem-Aranha, apesar de ter memórias e experiências do Peter Parker (e até capacidade de insigh com as mesmas). Como com grandes poderes vêm grandes responsabilidades ele vai continuar a ser o super-herói que todos conhecemos. No próximo mês  vamos ter "Superior Spider-Man #1" (que gostava que tivesse uma nova equipa criativa... coisa que não vai acontecer)


comentário
Soa-me ao estilo do One More Day (onde o Peter Parker fez um pacto com o Mephisto para salvar a Tia May e em troca apagou o seu casamento da continuidade... DUH e assim ficar uma grande confusão), mas mais bem escrito. A Arte do Ramos não se enquadra neste tipo de história que tem de ter uma dimensão emocional mais forte.

É uma história corajosa de ser publicada (e obviamente não dá o óbvio que os fãs queriam) e, claro, que vai ser tudo voltar a ser como antes de alguma forma (nem que seja quando o novo filme estrear). É um conceito que não me agrada, só que há que ter a distância que isto é ficção e pode sempre seguir por novos caminhos.

Nota: 6/10

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:11 da manhã
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quinta-feira, dezembro 20, 2012
Aguardei pelos três primeiros números do novo título do Thor para partilhar convosco que tem sido uma leitura carregada de mitologia, mistério e ação. Um argumento traçado com muito cuidado para despertar curiosidade e entreter.



Uma história passada em três linhas temporais diferentes, cada uma com um Thor de idade diferente mas com o mesmo desafio em mãos (contém a versão atual e a filiação nos Avengers). Um inimigo de grandes proporções.



Um excelente trabalho da dupla Jason Aaron e Esad Ribic e, uma vez mais, uma vitória para "Marvel Now".
saí­do da mente de Jorge Amorim às 6:49 da manhã
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sexta-feira, dezembro 14, 2012

Matt Fraction ao leme dos dois títulos, Mark Bagley trata da arte em Fantastic Four e Michael Allred da arte em FF.

Estes dois títulos continuarão próximos e prometem uma boa aventura de ficção científica familiar (tem um estilo diferente dos títulos dos outros super-heróis).
O Fantastic Four original parte numa jornada para i desconhecido e a Terra fica com a FF (Future Foundation) para a proteger.

Os primeiros números de cada série serviram para apresentar (e bem, a meu ver) as personagens centrais e criar o cenário, tal como esperado tudo indica que será mais uma boa aposta de Marvel Now.. Esta run tem o desafio de se apresentar após uma excelente temporada de Hickman na encarnação anterior destes dois títulos.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 7:34 da tarde
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quinta-feira, dezembro 06, 2012
O comic saiu ontem nos EUA e assume que esta equipa de super-heróis é A Equipa do Universo Marvel!
O argumento de "Avengers" está ao cargo de Johantan Hickman e é uma dimensão completamente diferente da série anterior com o mesmo nome (e numa direção que gosto mais). Apresenta-se como um blockbuster de banda desenhada e uma fórmula que certamente irá dar que falar. Sente-se ar fresco em muitos títulos desta fase "Marvel Now", boas equipas criativas, algum risco e inovação. Nas redes sociais vejo muitas queixas, recomendo esta leitura e fiquei com vontade de ver onde esta história vai parar.
Jorge
saí­do da mente de Jorge Amorim às 7:40 da tarde
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quinta-feira, novembro 22, 2012
Hulk: está nas mãos do Waid, vamos esperar.
Captain America: gosto da mudança de rumo
Uncanny Avengers: está à experiência...
Iron Man: desisti no número 2
Deadpool: mais do mesmo
Fantastic Four: estou interessado em continuar

Curioso com:
Superior Spider-Man (Janeiro)
Avengers
saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:41 da manhã
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sábado, outubro 13, 2012



saí­do da mente de Jorge Amorim às 10:55 da manhã
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quinta-feira, setembro 27, 2012

DE 13 DE OUTUBRO A 15 DE DEZEMBRO

No âmbito da primeira edição da Trienal Movimento Desenho DESENHA’12, um evento partilhado por dezenas de instituições com iniciativas acerca da temática do desenho nas suas mais variadas vertentes e abordagens, ocorrerá BD AO FORTE, o certame que se centrará sobretudo no universo da banda desenhada.


Masterclass A Legendagem na BD - Um importante instrumento narrativo (programa)
Masterclass Escrita para BD - Linguagem e Forma (programa)

saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:43 da tarde
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domingo, agosto 19, 2012
Faltou-te um bocadinho "assim".
Quem sabe do que falo?


saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:29 da manhã
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quarta-feira, julho 18, 2012

1. Neil Gaiman volta ao Sandman, mini-série em 2013.
"When I finished writing The Sandman, there was one tale still untold: the story of what had happened to Morpheus to allow him to be so easily captured in The Sandman #1, and why he was returned from far away, exhausted beyond imagining, and dressed for war." Neil Gaiman

Eu sei lá se é só esta a história que falta contar... QUERO LER!!!! JÁ!!!!!




2. Comic do Tarantino (DC Comics)
"Django Unchained" vai ser a versão em comic do script completo do filme, ou seja, todo o material pensado antes dos cortes que tem de ser sujeito para ir para uma sala de cinema


3. Brian wood vai escrever Star Wars, mas com o mindset de 1977 onde só havia um filme. Estou muito curioso e obviamente vai ser de leitura obrigatória e conto com a nossa especialista de Star Wars para nos ajudar.

4. Filmes da Marvel: Subtítulo da sequela do filme do capitão américa vai ser "The winter soldier". Giro mas não me faz subir paredes. Do outro, não comento...

5. Tim Drake nunca foi o Robin (dito por Scott Lobdell no painel de "Young Justice).
Um mau exemplo do reboot da DC, a meu ver. É uma grande alteração da personagem que conhecíamos antes do reboot, Tim Drake tornou-se logo no Red Robin.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:55 da tarde
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terça-feira, julho 10, 2012

O site io9 tem disponível uma preview com algumas páginas do comic de fantasia urbana da IDW Smoke & Mirrors #4.

Este novo número deverá sair dia 11 de Julho.

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saí­do da mente de Raquel às 9:44 da manhã
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segunda-feira, julho 09, 2012

E aqui está uma bd, excelente para ser lida no verão, sobre sexo, relacionamentos, sexo, amor e sexo.

Li "Pequenos Prazeres" sem saber nada do autor ou da história. Conquistou-me diversos sorrisos e revelou-se uma leitura bem divertida.

É um manifesto para recordar como é dificil ser homem e resistir às tentações do mundo feminino (nós percebemos-te Arthur!).

A destacar:






Título: Pequenos Prazeres
Autor: Arthur de Pins

Sinopse: Arthur é um rapaz um pouco tímido, mas bem-disposto, desportista ocasional, fumador (também) ocasional, amigo do seu amigo, divertido, girinho, segundo as amigas, e completamente obcecado por mulheres. Mas tudo muda no dia em que conhece Clara, uma miúda respondona e muito dona do seu nariz apanhou-o pelo coração, e outros órgãos. Será que eles conseguem prescindir dos prazeres da vida de solteiros?


Site do Autor: http://www.arthurdepins.com/
saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:38 da tarde
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quarta-feira, junho 27, 2012
Em puto fui grande fã do "He-Man" e foi isso que me levou a pegar no comic (bem, e a dica do Marco Felgueiras que já tinha saído e a quem eu prometi uma review). Ora bem, vamos lá a isto!



Antes de mais Masters of the Universe vai ser uma série para anteceder "He-Man and the Masters of the Universe". Pensei logo que a DC Comics pretendia estabelecer uma mitologia antes da série principal ser lançada para qualquer leitor poder chegar ao comic e não ser só para os leitores da velha guarda.

Este primeiro contacto ou seria uma abordagem inovadora ao He-Man ou algo profundamente misterioso... Geoff Johns optou por fazer uma história de encher chouriços sem qualquer interesse para continuar a ler, e deixo a pergunta: é para isto que a DC vai pegar no He-Man?

Porque não começar com uma personagem clássica que chamasse a atenção à malta antiga e a introduzisse aos novos leitores????

Fico agora a aguardar a série principal e a torcer para que apenas seja começar com o pé errado.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:28 da tarde
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terça-feira, abril 03, 2012
Felicia Day e companhia lançaram o canal de YouTube Geek & Sundry. A sua programação inclui o 'Dark Horse Motion Comics show' em que esta editora de BD tem um espaço onde colocar 'motion comics'. Já podem assistir ao primeiro capítulo aqui.



Se quiserem saber mais sobre o projecto Geek & Sundry, podem ler esta entrevista com a Felicia Day.
saí­do da mente de Raquel às 4:53 da tarde
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quarta-feira, fevereiro 29, 2012
saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:34 da tarde
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quarta-feira, fevereiro 01, 2012
Se Alan Moore fosse um cadáver estaria às voltas no caixão.
A DC Comics confirmou a prequela da obra "Watchmen", e associou autores como: J. M. Strackzinski, Darwin Cooke, Andy Kubert e Brian Azzarelo. O projecto chama-se "Before Watchmen".




Não me surpreende, a Editora quer ganhar dinheiro. Ou alguém acha que as grandes editoras de Bd estão interessados em qualidade ao mais alto nível? Quem dita o mercado são os leitores, talvez por isso é que vejo em muitos sites a sugerirem o Geoff Johns como melhor autor de BD.

Os dois autores originais divergem quanto à visão sobre o assunto. Se Dave Gibbons acha que é um tributo ao trabalho original, já Alan Moore acha que é uma completa vergonha acrescentando: “I tend to take this latest development as a kind of eager confirmation that they are still apparently dependent on ideas that I had 25 years ago.”. Alan Moore dá sempre a mesma resposta em todas as situações (sejam filmes ou outros projectos) e mostra sinais de viver num mundo à parte, onde sonha que toda a indústria de BD sobrevive à custa das suas ideias.

Peter David comentou ao site Newsarama: "But Moore’s position is odd considering he took characters created by Jules Verne and Bram Stoker and turned them into superheroes, and transformed beloved literary heroines into subjects of erotica. Does public domain automatically make one morally superior in recycling the iconic characters created by authors who are no longer around to voice their protests? "

Alan, meu caro, escreveste um excelente "Watchmen" e isso ninguém te tira. Continuará nas nossas estantes e a ser uma das minhas BDs favoritas. Vou ler estar prequela? Sim por curiosidade, mas não espero que esteja ao nível da tua. Só tenho pena de não ver este projecto associado a nomes como Grant Morrison, Jeff Lemire e Scott Snyder.

Jorge Amorim
outroladodoscomics@gmail.com

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 6:13 da tarde
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terça-feira, janeiro 24, 2012
Quem me dera que fosse o Ben Reilly (sim, gostava muito da personagem); acontece que o novo Scarlet Spider é o Kaine e isso desagrada-me logo. O comic é melhor do que eu esperava e vou ler mais uns números, pode ser que tenha uma continuação positiva (como aconteceu com o título actual do Venom).


saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:03 da manhã
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
Depois de o Morrison ter saído do título, deixei de o ler. Nem fez parte da lista de leitura inicial dos 52 novos títulos da DC. Hoje sentei-me para ler os cinco primeiros números e gostei mesmo muito.



Não foi pela arte, nem pela acção. Foi pela pura construção da relação entre o Batman e o seu filho (e ocasionalmente com o Alfred). Boa leitura, fiquei curioso e passou para a minha lista de leituras mensais. Tomasi apostou em desenvolver personagens e assim conquistou mais um leitor.
saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:23 da manhã
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quarta-feira, janeiro 18, 2012
Durante o mês de Dezembro, ficámos a saber que a Editora Babel está a trabalhar, cá em Portugal, os conteúdos da Marvel para um público mais jovem.



Para o segmento de idade 3-7 anos, tem publicado dois títulos na Colecção "As Origens" (um do Homem-Aranha e outro do Capitão América). Podem assistir ao trailler de um dos livros (clicar AQUI, sff).



Têm também livros-puzzles para crianças entre os 3 e os 5 anos, com os super-heróis da Marvel.

Agrada-me a ideia de existir em português material para público mais jovem que os pode convidar a explorar o mundo da banda desenhada.

No mundo dos super-heróis foi o Homem-Aranha o primeiro a conquistar-me (tinha então 5 anos).  Cada vez mais conheço crianças (pequenitas mesmo) que adoram o Homem-Aranha, serão estes os futuros leitores de banda desenhada?

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:29 da tarde
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