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sexta-feira, dezembro 21, 2012
Por esta altura já quase todos sabem o que vai acontecer, mesmo assim aviso que vou revelar pormenores da história.

SPOILERS!!!!
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Argumento
Doctor Octopus antes de morrer trocou a sua mente com o corpo do Peter Parker e este comic são os últimos minutos de vida do corpo do Doctor Octopus (com a mente do Peter Parker) a lutar para recuperar o seu corpo... E falha! Doctor Octopus fica com o corpo do Homem-Aranha, apesar de ter memórias e experiências do Peter Parker (e até capacidade de insigh com as mesmas). Como com grandes poderes vêm grandes responsabilidades ele vai continuar a ser o super-herói que todos conhecemos. No próximo mês  vamos ter "Superior Spider-Man #1" (que gostava que tivesse uma nova equipa criativa... coisa que não vai acontecer)


comentário
Soa-me ao estilo do One More Day (onde o Peter Parker fez um pacto com o Mephisto para salvar a Tia May e em troca apagou o seu casamento da continuidade... DUH e assim ficar uma grande confusão), mas mais bem escrito. A Arte do Ramos não se enquadra neste tipo de história que tem de ter uma dimensão emocional mais forte.

É uma história corajosa de ser publicada (e obviamente não dá o óbvio que os fãs queriam) e, claro, que vai ser tudo voltar a ser como antes de alguma forma (nem que seja quando o novo filme estrear). É um conceito que não me agrada, só que há que ter a distância que isto é ficção e pode sempre seguir por novos caminhos.

Nota: 6/10

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saí­do da mente de Jorge às 11:11 a.m.
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sexta-feira, dezembro 14, 2012

Matt Fraction ao leme dos dois títulos, Mark Bagley trata da arte em Fantastic Four e Michael Allred da arte em FF.

Estes dois títulos continuarão próximos e prometem uma boa aventura de ficção científica familiar (tem um estilo diferente dos títulos dos outros super-heróis).
O Fantastic Four original parte numa jornada para i desconhecido e a Terra fica com a FF (Future Foundation) para a proteger.

Os primeiros números de cada série serviram para apresentar (e bem, a meu ver) as personagens centrais e criar o cenário, tal como esperado tudo indica que será mais uma boa aposta de Marvel Now.. Esta run tem o desafio de se apresentar após uma excelente temporada de Hickman na encarnação anterior destes dois títulos.

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saí­do da mente de Jorge às 7:34 p.m.
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quarta-feira, janeiro 18, 2012
Durante o mês de Dezembro, ficámos a saber que a Editora Babel está a trabalhar, cá em Portugal, os conteúdos da Marvel para um público mais jovem.



Para o segmento de idade 3-7 anos, tem publicado dois títulos na Colecção "As Origens" (um do Homem-Aranha e outro do Capitão América). Podem assistir ao trailler de um dos livros (clicar AQUI, sff).



Têm também livros-puzzles para crianças entre os 3 e os 5 anos, com os super-heróis da Marvel.

Agrada-me a ideia de existir em português material para público mais jovem que os pode convidar a explorar o mundo da banda desenhada.

No mundo dos super-heróis foi o Homem-Aranha o primeiro a conquistar-me (tinha então 5 anos).  Cada vez mais conheço crianças (pequenitas mesmo) que adoram o Homem-Aranha, serão estes os futuros leitores de banda desenhada?

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saí­do da mente de Jorge às 11:29 p.m.
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quarta-feira, julho 27, 2011


O facto de ter revisto recentemente a série de animação dos X-Men (ver post anterior) despertou-me mais curiosidade em ler histórias dos mutantes do que aquilo que eu lhes ligava. Tenho lido algumas narrativas mais antigas (do Chris Claremont) e também me estou a colocar a par do que vem sendo feito nos últimos anos (Nation X). A mais recente que li é a narrativa X-Men: Curse of the Mutants, escrita por Victor Gischler e ilustrada por Paco Medina.

Um vampiro faz-se explodir numa praça pública de São Francisco e contamina várias pessoas com o seu sangue - incluindo Jubilee. Os X-Men descobrem que quem está por detrás do atentado é Xarus, filho de Dracula, que tomou o lugar do pai como soberano dos vampiros e chegou a São Francisco com as suas tropas de sugadores de sangue. A intenção de Xarus é clara: o domínio completo. Para isso, os seus subordinados vão convertendo cada vez mais pessoas em vampiros, aumentando as legiões de Xarus em milhares de indivíduos. Xarus oferece aos X-Men a oportunidade de se juntarem a ele. Como é óbvio, os mutantes recusam e, auxiliados por Blade, iniciam então o confronto contra os vampiros. Para complicar as coisas, Jubilee e Wolverine são convertidos em vampiros e irão lutar contra os seus antigos companheiros...

X-Men: Curse of the Mutants é o que promete: um blockbuster de acção e sangue a jorros. Diga a Marvel o que disser, é óbvio que a presença de vampiros na narrativa é para aproveitar a moda dos sugadores de sangue que se vive na cultura popular actualmente (já o mesmo havia sido feito com X-Men: Necrosha). No entanto, contrariamente ao que se poderia supor, a narrativa não é má de todo e propicia um bom entretenimento. Gischler dá uns toques e tem o mérito de conseguir alguns bons diálogos.

Recomendado para aqueles que estiverem interessados em ver mutantes e vampiros a chegarem a vias de facto.

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saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 8:18 p.m.
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segunda-feira, janeiro 03, 2011

Jason Aaron e Adam Kubert estão a fazer um excelente trabalho com esta mini-série. É uma história de super-heróis bem escrita, bem desenhada, carregada de elementos interessantes e ficou já agendada a compra do trade (que conto que saia lá para o final de 2011).

A história de base mete os dois heróis perdidos no tempo, a enfrentarem um inimigo desconhecido e sem saberem qualquer pormenor. Tudo é estranho para eles, já não têm pachorra para se aturarem um ao outro e temos o pontapé de saída para uma boa história contada em banda desenhada.

Prova completa que é possível escrever interessantes BD com personagens mainstream (também temos o excelente exemplo do "Batman" do Morrison). O meu lado de fanboy deliciou-se pelas personagens escolhidas. :)

Acho que já o disse várias vezes, Jason Aaron é um bom argumentista e só tenho ganho em o manter debaixo de olho.

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saí­do da mente de Jorge às 12:22 a.m.
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quarta-feira, julho 21, 2010

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saí­do da mente de Jorge às 11:23 a.m.
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terça-feira, junho 22, 2010
A Spider-Girl vai terminar, não me choca. Choca sim o comentário do argumentista Tom DeFalco:

"The team and I were surprised when the company told us that they were taking us out of Web Of Spider-Man and giving us our own book, again," he said. "We were surprised again when we were told our new monthly book had suddenly become a four-issue limited series. Then we were told to do one final story called Spider-Girl: The End."


Sim, reparem na incoerência:

1. o vosso comic terminou vão estar integrados na "web of spider-man"
2. Afinal vão ficar com o vosso comic de novo.
3. Afinal é mini-série de quatro números.
4. Esqueçam tudo o resto, é um "one-shot"

Com estas declarações, o próprio argumentista está a dar muita vontade de nem olhar para isto.

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saí­do da mente de Jorge às 12:35 a.m.
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quinta-feira, junho 10, 2010

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saí­do da mente de Jorge às 11:10 p.m.
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sexta-feira, abril 16, 2010
Alguém deixou o Jason Aaron escrever o Punisher com rédea solta. O que esperavam? Uma barbaridade de violência e acção, bem escrita. E é isso mesmo que temos. Comecei bem as leituras desta semana.

Neste número temos o Bullseye a fazer pontaria ao nosso louco amigo Frank... Não vai ser meigo.
Apesar de ainda não ter referenciado este título, tem sido uma boa leitura. O tipo de personagem que ganha em inserir-se na linha MAX da Marvel e poder ter linguagem e cenas apropriadas.

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saí­do da mente de Jorge às 12:38 a.m.
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quinta-feira, abril 01, 2010

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saí­do da mente de Jorge às 2:58 p.m.
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"The Amazing Spider-Man 627" chamou-me à atenção esta semana:

- É escrito pelo Roger Stern
- Toca (de alguma forma) na mítica história Juggernaut Vs Homem-Aranha (um clássico do próprio Stern)

Para quem não sabe, muitas das histórias do Homem-Aranha que mais gostei foram escritas por este autor. Acho que ele sempre captou o essencial da personagem e construir histórias interessantes (como a saga do Hobgoblin original).


A história é contada de uma forma bem clássica e funciona muito bem. Aguardo a continuação para saber se fico mesmo com um sorriso na cara.

Pois é Roger Stern está de volta ao Homem-Aranha, por mais dois números ... :)

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saí­do da mente de Jorge às 2:01 a.m.
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quinta-feira, janeiro 07, 2010
Um comic de acção escrito pelo Bendis que gostei. :)
Apelou ao meu lado de fanboy e fiquei com muita vontade de ler a continuação.




Bom ritmo e com a promessa de muita pancadaria.
Recomendo esta banda desenhada para todos aqueles que cresceram com histórias de super-heróis e querem matar saudades desses tempos.

Não é o que costumo gostar, mas desta vez soube bem ler isto.

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saí­do da mente de Jorge às 1:05 a.m.
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domingo, setembro 06, 2009

É apenas uma pequena nota: gostei dos dois números do Ultimate Spider-Man depois do reboot.
A fantochada da série "Ultimatum" deu mau nome à linha ultimate, mas agora aparecem os primeiros sinais de recuperação.

Bendis, LaFuente e Ponsor estão a fazer boas páginas de banda desenhada. Continuamos com a descompressão de narrativa que o Bendis nos habituou mas com qualidade (ao contrário do que tem apresentados nos Dark Avengers e New Avengers).

Acompanhem este reboot.

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saí­do da mente de Jorge às 11:01 p.m.
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quarta-feira, agosto 19, 2009
Está a decorrer a GamesCon 09, e a Sony revelou que em Novembro lança um digital reader para a PlayStation Portable.

O que tem isto a ver com BD? A Sony anunciou também que vão estar disponíveis (legalmente) centenas de comics da Marvel na PSP.

Ainda não há informação de quais os titulos exactos que vão estar disponíveis, mas entretanto podem ir ver umas quantas imagens de como ficam os comics na PSP.

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saí­do da mente de Raquel às 12:48 p.m.
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sábado, julho 18, 2009
O ano de 1986 é uma data memorável na história da banda desenhada: é o ano de publicação das incontornáveis obras de referência Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons, e de Batman: The Dark Knight Returns, de Frank Miller. Estas duas obras marcaram uma viragem nos comics de super-heróis – desconstruíram a figura dos indivíduos mascarados, paladinos pela lei e pela justiça, como poucas obras o haviam feito antes. Considerando a já vasta carreira de Miller na banda desenhada, o ano de 1986 é normalmente aclamado como o ano da sua opus magnus, a já referida Batman: The Dark Knight Returns. Mas o mesmo ano marca a publicação de outra obra de Miller que, não tendo tanto protagonismo, também merece destaque: Daredevil: Born Again.

Frank Miller começou a escrever histórias de Daredevil no final da década de 1970 (mais concretamente, a primeira história do Homem sem Medo escrita por Miller apareceu no número 158, datado de Maio de 1979). Cedo se notaram algumas das marcas que caracterizariam o estilo de Miller: a influência do film noir; a complexidade psicológica das personagens; os contornos precisos dos edifícios citadinos, de forma a conferir uma atmosfera mais realista à acção. As histórias de Daredevil da autoria de Miller tiveram um êxito tão grande, que o escritor/artista seria associado à personagem (assim como mais tarde seria também associado a Batman). Daredevil: Born Again é, muito provavelmente, a melhor história de Matt Murdock escrita por Frank Miller. Sim, de Matt Murdock. Porque Born Again é, acima de tudo, uma história centrada em Matt Murdock e não tanto no seu alter-ego Daredevil.


A história de Daredevil: Born Again resume-se facilmente: uma ex-namorada de Matt Murdock vende a verdadeira identidade de Daredevil em troca de uma dose de heroína. A informação chega às mãos do rei do crime, Kingpin, que trata de accionar um plano para destruir Matt Murdock/Daredevil. Perdendo tudo, Murdock irá ter uma descida aos infernos, antes de renascer. O que torna a intriga de Daredevil: Born Again tão cativante é a forma como Kingpin urde a trama para destruir Matt Murdock/Daredevil: em vez de recorrer ao assassínio imediato, o rei do crime irá fazer com que Murdock perca tudo, numa confluência de acasos que fazem com que a queda de Murdock seja vista como causada por si próprio e não por outrem, de modo a que a morte pareça um mal menor – ou seja, Kingpin pretende assassinar socialmente o seu inimigo, antes da morte física.

Murdock, já sem emprego, perde a namorada (que se irá depois aproximar do melhor amigo de Murdock), vê as suas contas serem congeladas pelo IRS por suspeitas de vários crimes, perde a casa por falta de pagamento ao banco (e depois, através de uma explosão) e quase perde a sua sanidade mental. Afastado dos amigos, com a sua reputação quebrada, Murdock é espancado, esfaqueado e deixado a morrer num beco. Os alicerces para se erguer novamente surgirão numa misteriosa figura do seu passado e… na mulher que provocou a sua queda.

Para além dos requintes de malvadez de Kingpin na forma como causa a derrocada do seu inimigo, Daredevil: Born Again é marcado pela densidade psicológica das suas personagens. Em vez de exibir frenéticas cenas de luta espalhafatosamente coreografadas (como acontece em tantos comics de super-heróis de autores menores), Frank Miller privilegia os dramas pessoais de cada personagem e a forma como os acontecimentos os afectam. É na relação entre as personagens e no que se passa no seu íntimo que se centra Born Again. Logo, desenganem-se aqueles que esperam encontrar aqui mais uma história de acção, com muita violência à mistura.

Obviamente que também encontramos acção e cenas de luta; mas Born Again é, primeiramente, um drama de super-heróis! Àqueles a quem esta denominação possa causar estranheza ou um franzir de sobrancelha, o conselho é: aventurem-se nesta história e verão a riqueza que retiram dela. Riqueza de quê? Pois bem, aventurem-se e descubram.

Falta falar ainda da colaboração de David Mazzucchelli, enquanto artista de Daredevil: Born Again. Autor de um traço sóbrio e bem delineado, a arte de Mazzucchelli em muito contribui para a história e para o desenvolvimento do enredo. Preferindo um minimalismo artístico, Mazzucchelli inteligentemente percebe que menos pode ser mais, ao não inundar as vinhetas com pormenores acessórios e pouco relevantes para a narrativa: veja-se por exemplo a ausência de pormenores de fundo em diversas vinhetas, obrigando o leitor a concentrar-se apenas nas personagens ou na acção que decorre. A arte de Mazzucchelli funciona muito bem pois não chama a atenção toda para si – se por vezes há boas histórias que são destruídas pela arte (e vice-versa), em Born Again tudo tem a sua medida certa, e o “casamento” entre arte e história é bem sucedido. A expressão das personagens tem um toque de genuinidade e os momentos de tensão e de maior carga emocional não são estragados por uma rigidez física (como outros artistas tanto gostam de fazer, sobrecarregando os rostos com linhas demasiado rígidas, visando um maior realismo). Realce-se ainda a cidade onde se desenrola a narrativa, cujos contornos causam uma sensação frieza (e não apenas por causa da neve), de sujidade, de escuridão, e com um aspecto decrépito. É este cenário pouco acolhedor que apropriadamente serve de palco à queda de um homem que perde tudo, enfatizando ainda mais a miséria que se instaura na vida de Matt Murdock. Como última nota à arte de Mazzucchelli fica o bem enquadrado jogo de sombras e contraste, quer das personagens, quer do meio em redor.

Assim como Batman: The Dark Knight Returns, Batman: Year One e os volumes de Sin City, também Daredevil: Born Again merece um lugar na prateleira dos apreciadores de Frank Miller (ou dos comics vindos da Terra do Tio Sam). Poderá até parecer que Miller já não tem o fôlego de antigamente (ver o recente All Star Batman & Robin the Boy Wonder), mas a verdade é que do seu lápis saíram algumas das melhores obras da banda desenhada mundial – e Born Again é, sem dúvida, uma delas. Obrigatória para os fãs de Daredevil; recomendada a todos os que não gostam do Homem sem Medo.


Texto: Nuno Lopes

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saí­do da mente de Jorge às 4:23 p.m.
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quinta-feira, julho 16, 2009

(notícia encontrada no meu blog de cinema favorito: cineblog)


É um filme de Verão e aprovei o primeiro, que venha o próximo!

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saí­do da mente de Jorge às 5:11 p.m.
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quarta-feira, julho 15, 2009
Oh não, mais um título de Spider-Man, com a justificação "depois dos eventos de Amazing Spider-Man 600 vai ser preciso ter mais um título" ... Sem qualquer sentido.
Acompanhar a personagem deve ser complicado, pagar 4 comics por mês.

Nós que compramos trades, e vamos lendo os comics mensais sem os comprar, estas coisas não são muito graves mas para os outros...

Que venha lá o Luís defender a Marvel! ;)

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saí­do da mente de Jorge às 10:41 a.m.
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domingo, julho 05, 2009
Este fim-de-semana apeteceu-me ler alguns comics de acção. Peguei no Nextwave (#1 e #2, 2006) e no Invicible Iron Man (#14 e #15, 2009).

Nextwave é uma obra Ellis e Immonen, uma história que brinca com o Universo de super-heróis e usa explosões e porrada para contar histórias. Diálogos e situações engraçadas, uma arte que narra bem a história e palavras bem associadas. Foi divertido ler estes dois números. Um dos motivos porque peguei em algo publicado em 2006 é estar a escrever um pequeno texto sobre o Warren Ellis para apresentar na Workshop de Bd (na próxima semana). Não é nenhuma obra-prima se considerarmos outros trabalhos do autor como o Fell ou Planetary, mas recomendo a leitura para aqueles dias em que vos apetecer ler algo descontraído.



Já mais ao final do dia apeteceu experimentar o material que o Fraction tem escrito no comic mensal "Invicible Iron Man". Mesmo sem acompanhar a série foi uma boa leitura, não foi preciso muito para perceber a situação actual da personagem. Para quem gostar da personagem e de comics de acção bem escritos, fiquem atentos aos trades que me parecem ser uma boa compra.

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saí­do da mente de Jorge às 9:01 p.m.
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terça-feira, junho 02, 2009

A Marvel faz mais um título para tratar os seus fãs como perfeitos idiotas.

"The clock has been reset, and Chris Claremont is picking up the X-Men from where he left them. We're got a look at X-Men Forever #1 by Claremont and Tom Grummett."
Vá lá pessoal, vamos todos fingir que estamos outra vez nos anos 90 e continuar a ler as históriazinhas do Claremont. Porque não simplesmente escrever X-men na fase actual? É preciso mais um título para recordar os "bons velhos tempos"?

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saí­do da mente de Jorge às 11:19 a.m.
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sexta-feira, março 06, 2009
Sim eu sei que isto já se está a arrastar, atrasos e mais atrasos dão cabo do meu interesse para ler qualquer história. Mas este tem sido um bom comic de violência gratuita!



Façam as vossas apostas e que a confusão (re)comece!!!!

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saí­do da mente de Jorge às 5:52 p.m.
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