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quarta-feira, junho 30, 2010

E lá começou a onda de ódio dos fãs pelos fóruns... Pessoalmente, sempre achei péssimo o uniforme anterior, não me chateia a alteração.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 6:57 da tarde
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sexta-feira, junho 25, 2010

IDW pega no "Jurassic Park" e lança uma série de comics nessa temática.
Não sei que histórias vão contar. Sempre gostei de dinossauros e BD, mas não me vejo nada tentado a pegar nisto.

Se ainda fosse com Dinossauros alienígenas com armas de destruição maciça...

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 3:49 da tarde
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Artigo de Vaneta Rogers para lerem aqui (newsarama).

Saibam mais sobre a pequena empresa que começou com uma simples aplicação para ler comics em formato digital e agora tem o mercado digital nas suas mãos.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 8:54 da manhã
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quinta-feira, junho 24, 2010

Por esta hora, já está mais que espalhado pela internet. Não tenho grande entusiasmo por este formato, mas o que há a reter desta novidade?

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 3:05 da tarde
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quarta-feira, junho 23, 2010
A partir do número 701, J. Michael Straczynski e Eddy Barrows, vão meter o Super-Homem a passear pelos E.U.A. para se ligar às pessoas.


"You have to remember that when Superman was initially created, his fights weren't against vast interstellar forces. They were against criminals preying on the average guy. Superman was created to be the ally of the average American, the guy who didn't have lots of money or friends in high places." Straczynski in USA TODAY


Eu metia era o Super a passear pelo Mundo inteiro e uma Maxi-Série apenas passada em Portugal. :) Já o imaginaram a beber um copo de Alvarinho no Minho? Ou a comer umas migas no Alentejo? E arranjava emprego no "24 Horas" ou no "Correio da Manhã".

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 4:43 da tarde
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Comics lançados hoje que quero ler ASAP:


Comentário: uma semana com poucos títulos que acompanho (sou capaz de ler ainda uma outra coisa, mas estas são as prioridades), até sexta-feira relato a experiência.

____________________________________________________________________

nota editorial: sim, é a estreia de uma nova rubrica semanal; o assunto são os comics que estou cheio de vontade de ler.

ASAP = As Soon As Possible

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 2:20 da tarde
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Aqui estou à espera da estreia do filme "Scott Pilgrim vs. the World" e a notícia da banda sonora foi suficiente para eu querer dar-lhe algum destaque.

"Scott Pilgrim vs. the World" Soundtrack Full Listing

01 SEX BOB-OMB (Beck): We Are SEX BOB-OMB
02 Plumtree: Scott Pilgrim
03 Frank Black: I Heard Ramona Sing
04 Beachwood Sparks: By Your Side
05 Black Lips: O Katrina!
06 Crash and the Boys (Broken Social Scene): I'm So Sad, So Very, Very Sad
07 Crash and the Boys (Broken Social Scene): We Hate You Please Die
08 SEX BOB-OMB (Beck): Garbage Truck
09 T. Rex: Teenage Dream
10 The Bluetones: Sleazy Bed Track
11 Blood Red Shoes: It's Getting Boring by the Sea
12 Metric: Black Sheep
13 SEX BOB-OMB (Beck): Threshold
14 Broken Social Scene: Anthems for a Seventeen-Year-Old Girl
15 The Rolling Stones: Under My Thumb
16 Beck: Ramona (Acoustic)
17 Beck: Ramona
18 SEX BOB-OMB (Beck): Summertime
19 Brian LeBarton: Threshold 8 Bit


E na temática deste blog: Já conhecem a banda desenhada? Tem sido a minha leitura à noite e conto fazer uma review de todos os volumes publicados em breve.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:21 da tarde
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terça-feira, junho 22, 2010


Ok, vocês já sabem como adoro esta Obra de BD... não podia deixar de referir este lançamento genial (agendado para Outubro).

"A journey into the heart of the Sun. A devastating diagnosis. A kiss on the Moon. Twelve mythic labors. The ultimate sacrifice." Chip Kidd

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 5:11 da tarde
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A primeira vez que vi um comic "Mouse Guard" adorei o seu aspecto (tirando o lettering que achei uma treta de primeira apanha).

Ontem à noite li uma notícia muito interessante, vai haver um conjunto de números diferentes (uma mini-série de quatro números com histórias contadas numa taberna) desenhado por diversos nomes da bd: Bastian, Ted Naifeh, Alex Sheikmandn (este três logo no primeiro número), Smylie, Gene Ha, Terry Moore, Guy Davis, Sean Rubin, Craig Rousseau, Karl Kerschl e Katie Cook.

Obviamente que vou ter de apreciar este "Mouse Guard: Legends of the Guard" com muito cuidado.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:06 da manhã
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A Spider-Girl vai terminar, não me choca. Choca sim o comentário do argumentista Tom DeFalco:

"The team and I were surprised when the company told us that they were taking us out of Web Of Spider-Man and giving us our own book, again," he said. "We were surprised again when we were told our new monthly book had suddenly become a four-issue limited series. Then we were told to do one final story called Spider-Girl: The End."


Sim, reparem na incoerência:

1. o vosso comic terminou vão estar integrados na "web of spider-man"
2. Afinal vão ficar com o vosso comic de novo.
3. Afinal é mini-série de quatro números.
4. Esqueçam tudo o resto, é um "one-shot"

Com estas declarações, o próprio argumentista está a dar muita vontade de nem olhar para isto.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 12:35 da manhã
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segunda-feira, junho 21, 2010
Hoje conjectura-se sobre o porquê da politica de preços da Marvel para os comics digitais...



Luís: A Marvel tem andado nas notícias ultimamente graças aos seus comics digitais. Depois de anos com um serviço pago que nunca agradou a quase ninguém, o lançamento do iPad deu um enorme empurrão para a frente na politica digital da empresa, com o lançamento de uma (muito bem recebida) aplicação dedicada.
Ainda assim, surgiram algumas críticas: a relativa falta de títulos disponiveis (que se resolverá com o tempo, obviamente), o preço (a maioria dos comics digitais da Marvel são a $1.99), e acima de tudo, o disponibilizar de comics novos apenas semanas ou meses depois de já terem saído em papel.
Esta semana, com a saída em simultâneo do Invincible Iron Man Annual, pela equipa Fraction/Giandomenico, em formato digital e físico, a Marvel parece estar a testar as águas relativamente aos lançamentos no mesmo dia.
No entanto, isto tem sido controverso, porque por alguma razão, a Marvel decidiu que a versão digital do comic vai ser dividida em três partes, e o preço total vai ser superior ao da versão em papel.
Que me dizes tu sobre tudo isto?

Jorge: A Marvel como empresa não está nisto pelo amor à arte, mas acho que com esta política não vai muito longe. Julgo que das coisas boas, na ideia inicial dos comics em formato digital, seria um preço mais simpático (algo como 1/3 do preço de capa) e aceder imediatamente a comics com um simples clique de rato.
Pagar mais pelo formato digital do que pelo formato em papel, parece-me um tiro nos próprios pés.

Aproveito para relembrar que estes comics específicos que estamos a falar, foram pensados originalmente para serem publicados em papel. Pessoalmente, acho que seria mais interessante exisitirem comics elaborados especificamente para o formato digital.

Luís: Concordo que coisas pensadas para o formato funcionarão melhor, mas lá está, nós hoje estamos a falar da perspectiva comercial, mesmo.
E a minha questão é mesmo a que levantaste. Que raio se passará na cabeça daquela gente? É que com a popularidade do iPad e da aplicação dedicada, que eles próprios se fartaram de anunciar que ia levar a Marvel a mais não sei quantos milhões de pessoas, e tal... Não faz sentido nenhum. Estão a acabar com um mercado em potencial na altura em que mais o deviam desenvolver.
Será que estão a contar com o facto dos utilizadores do iPad não fazerem ideia de quando saem as coisas na loja? Ou será que é uma espécie de proteccionismo das lojas?

Jorge: Não acredito na hipótese do proteccionismo das lojas. Qual seria a vantagem para a Marvel como empresa?
A não ser que estes valores fossem temporários para assegurar vendas das impressões já agendadas, para daqui a uns meses começarem a inverter a situação.

O iPad é um fruto da moda e muitos utilizadores vão usar estas "aplicações-maravilha" apenas porque é novidade. Estes indivíduos vão dar força inicial a este mercado, quem está habituado aos comics conhece preços e datas de lançamento. Repara que o título com data de lançamento digital e em papel foi o Iron Man, a coincidir com o filme nas salas de cinema, assim esta nova geração de leitores experimenta a aplicação-maravilha na máquina da moda com o filme pipoca que viram a semana anterior no cinema.

Luís: Mas lá está, isso são vistas MUITO curtas da parte deles. O iPad é a moda corrente, mas as tablets em geral vieram para ficar, e seja com a aplicação da Comixology, ou com o Graphic.ly ou mesmo com o eternamente adiado Longbox, o mercado digital não vai desaparecer mesmo quando deixar ser moda, vai antes tornar-se parte importante do cenário. Como tal, estar simplesmente a dar um pontapé ao lado como este não faz sentido. A explicação aparente seria o tal proteccionismo das lojas, porque são no momento o único outlet rentável que têm para os comics.
A meu ver, esta seria a altura ideal para algumas (pequenas) perdas monetárias, em troca de desbravarem terreno num mercado ainda inexplorado, e receberem a recompensa a médio prazo de terem chegado primeiro. Especialmente considerando que têm o backing financeiro da Disney.
Por outro lado, é possivel que o problema seja esse, sei lá. A Disney nunca foi dada a experimentalismo comercial...
saí­do da mente de Luís F. Alves às 2:34 da tarde
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terça-feira, junho 15, 2010



Ena, já lá vai algum tempo desde que colaboro neste blog! ;) Peço desculpa aos meus colegas de blog pelo meu hiato, mas tenho estado embrenhado noutros afazeres.


Venho hoje divulgar 18 Days, a animação da autoria de Grant Morrison para a Liquid Comics. Já tinha ouvido falar deste projecto, mas não sabia como estava o seu desenvolvimento. Foi graças ao post do maurobindo de 13 de Junho, no blog 9ª Arte, que me lembrei de ir ver.
18 Days é uma versão futurista de Mahbharata, um dos grandes épicos da cultura indiana, à semelhança do que a Liquid Comics já tinha feito com o Ramayana, na adaptação chamada Ramayan 3392 AD e o seu seguimento Ramayan 3392 AD Reloaded. E melhor do que me alongar sobre este projecto de Grant Morrison, deixo em baixo o link para o site oficial para que também possam ver um teaser trailer e concept art.


http://www.18-days.com/

A editora indiana Liquid Comics (ex-Virgin Comics) parece realmente apostar na banda desenhada como meio para promover a cultura indiana. E de modo a apelar a um público internacional e diversificado, recrutou gente famosa de outras andanças para elaborar histórias de banda desenhada, tais como: John Woo, Guy Ritchie, Nicolas Cage, Jenna Jameson (sim, essa mesmo que estão a pensar!) ou Dave Stewart (sim, o músico dos Eurythmics). De salientar ainda a associação de Shekhar Kapur e de Deepak Chopra, dois indianos famosos internacionalmente, a diversos títulos da Liquid.


Para quem estiver curioso sobre as obras de banda desenhada editadas pela Liquid Comics, deixo em baixo o link da editora onde podem ler algumas páginas.


http://www.liquidcomics.com/Home.aspx
saí­do da mente de Nuno Miguel Lopes às 11:17 da tarde
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domingo, junho 13, 2010
Depois de uma longa ausência, voltamos a fazer o nosso Blá Blá Blá.


Jorge (J): Vampiros e Mutantes são a promessa para a próxima saga dos X-Men. A mim não me soa bem, parece-me como misturar água com azeite. E tu o que achas?

Luís (L): A mim não me entusiasma nada, por várias razões. A primeira, e mais óbvia, é a de que à partida os dois conceitos não parecem ser passíveis de se misturarem muito bem. Mas nisso até estou disposto a dar o benefício da dúvida, porque há duas histórias "clássicas" dos x-men escritas pelo Claremont em que eles enfrentam o Drácula versão Marvel. Acho que ele chega a converter a Storm, mas posso estar enganado. E quer-me parecer que a segunda dessas histórias é desenhada pelo Bill Sienkiewicz (acho que escrevi bem à primeira tentativa, mas até tenho medo de ir procurar e ficar desiludido). Portanto pronto, há uma história prévia aí, logo há material para explorar.

Mas o que me irrita é a criação de MAIS um título mensal para os X-Men. Depois de tanto trabalho a finalmente "reduzir" a linha mutante aos títulos com propósito específico (não reduziram nada, só aumentaram, mas a verdade é que realmente deram um propósito único a cada um dos livros mensais, em vez de os tornar só cópias uns dos outros), agora criam este aparentemente só porque sim, e ainda por cima com uma equipa criativa que não me diz nada. É mais isto que me irrita que a história propriamente dita. Afinal de contas, quem é que não está habituado a simplesmente ignorar histórias más dos X-Men?

Jorge: A minha resistência em relação a este crossover vampiros / x-men assenta nos seguintes pontos:

  • Estou cansado desta febre de vampiros associado ao Twilight e de GRANDES sagas (que acabam por não ser assim nada de especial)
  • Para mim os X-Men não são os Avengers ou a JLA, nunca gostei de histórias deles fora das problemáticas mutantes. Histórias com a Ninhada ou no Espaço raramente resultam bem com os X-Men (isto falando do conceito de base, porque uma história bem escrita será sempre uma história bem escrita).
  • Quantos títulos mutantes saem mensalmente? Não sei mas são bastantes. Precisam de mais?
  • Este tipo de história combina com a Heroic Age?? Ou este nome é apenas para aparecer na capa dos comics?

Luís: ah, uma resposta por pontos. tu sabes como tratar-me bem. Vamos, portanto, ponto por ponto:
  • Não discordo. Parece que as Grandes Sagas são como as Boy Bands: nunca acabam, separam-se, e continuam a fazer o mesmo mas pior e em menor escala. Quanto aos vampiros, eu por um lado até acho que precisamos de mais duas ou três histórias. Os vampiros precisam de ser ASSUSTADORES outra vez. Mas esta não é essa história, de certeza.
  • Aí eu discordo. O meu primeiro contacto com os X-Men foi com a Saga da Fénix Negra, que como te lembrarás, tinha Shi'ar por tudo quanto era lado. Sempre soube que não era esse o millieu ideal para os X-Men, mas já comecei predisposto a esse tipo de histórias.
  • Nunca os contei, devem ser uns quinze, se contarmos com todos os do Wolverine. Mas não com os do Deadpool. Seja como for, é como eu disse há pouco. Os que existem parecem ter um propósito único para cada um. Este novo, não vejo qual possa ser esse propósito. Se tivesse era bem vindo, mas para já, não me parece.
  • Talvez combine com a Heroic Age, se nos capítulos finais houver mais vinhetas com os heróis em poses triunfantes e "filmados" de baixo do que com ar deprimido e vistos de cima...

Jorge: Sempre pensei que a Heroic Age seria uma perspectiva positiva sobre as histórias de heróis, histórias mais luzentes... Ah espera isso é na DC... ou não.

Luís: Estás a brincar? Eu não sei se tens lido o Brightest Day, mas a série tem cenas incrivelmente negras. Tipo arrancar pele a mortos, criar portais com cadáveres, etc.
Não sei. Talvez o problema seja que tanto a Marvel como a DC já não se lembram muito bem de como fazer histórias mais upbeat...

Jorge: Por isso escrevi "... ou não". Nenhum dos dois está a cumprir a ideia inicial transmitida. Será que há público para uma história menos negra de super-heróis?

Luis: Acho que sim. e muito público, até. basta ver que montes de coisas que vendem não são assim tão negras, nem nunca foram. olha a avalanche de títulos do deadpool, por exemplo. ok, há bastante violencia, mas o tom geral é tudo menos negro. os títulos dos avengers também estão a ir numa direcção mais leve. na DC, tudo o que cheire minimamente a bwahahahaha vende sempre, e por aí adiante.

Exemplos não faltam. O problema é que parece que as editoras não confiam em histórias mais leves para sustentar Eventos, e ainda não se conseguiram livrar da mentalidade do Evento como motor de sucesso.

Jorge: Como consumidor de Bd, os eventos afastam-me, não vou gastar os meus euros num conjunto enorme de comics mensais numa história.


Luis: E eu concordo com isso, mas o facto é que somos uma minoria. Aliás, eu estou para aqui a falar, mas se me aparecesse um evento grande o suficiente, eu gastava o dinheiro. E não estamos só a falar de comprar mensalmente, há os paperbacks, que também contam e muito.
A economia das Grandes continua a ser feita à base de Eventos, e para fazer Eventos, os criadores continuam a confundir drama com negrume. Não sei se isso vai mudar tão depressa.
Mas sei lá. Às tantas, o nicho específico do novo título dos X-Men é ser uma comédia (o argumentista estava no Deadpool), e os vampiros são usados para efeito cómico. Veremos...


Nota: Porque é que na imagem teaser o Cyclops parece usar o mesmo número de soutien da Rainha Branca? Ah grande caparro...
saí­do da mente de Jorge Amorim às 10:57 da manhã
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quinta-feira, junho 10, 2010

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 11:10 da tarde
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sábado, junho 05, 2010
Má notícia do dia: Já não vamos ter os desenhos do Cameron no "The Return of Bruce Wayne".
Fica a pergunta: quem é que vão arranjar??

"At the time I left, nothing had yet been produced for my issue other than the cover, so there will be a new artist for its entirety (...)"
Cameron Stewart

Update: A escolha da DC foi Georges Jeanty (não conheço o trabalho dele)

Fonte: site oficial do artista.

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saí­do da mente de Jorge Amorim às 9:57 da manhã
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